sábado, 14 de março de 2009

Diferenças


O que eu pensava e o que aconteceu
Eu estava convencida de que teria pelo menos dois pneus furados nessa cicloviagem, e por isso estava carregando duas câmaras. Não tive nenhum pneu furado, nenhum raio estourado, nenhum cabo rasgado.

Outros ciclistas
Nenhum (zero!) ciclista passou por mim em todo o trajeto. Um veio, todo paramentado, na minha contramão, fazendo cara de mau e não tomando nota da minha existência ou do meu cumprimento. Não vi outro ciclista nos postos em que parei.

Conversas
Naquele posto em que eu tinha conversado com o ciclista que não usa capacete ou óculos de sol, conversei com um caminhoneiro. Ele me perguntou se não era perigoso viajar pelo acostamento e o papo descambou pra falta de prudência dos motoristas. Ele era caminhoneiro. Eu devia ter dito pra ele o quanto as buzinas de caminhoneiro me incomodam. Mais tarde passou por mim, buzinando. Tomei mais um susto.

Tempo
Não tenho velocímetro na Caloi 10, portanto as medidas são mais intuitivas. Saí de Barão às 10:00 e cheguei na estação Domingos de Moraes às 15 pras 3. Parei por pouco tempo nos postos dessa vez e tenho a sensação de ter atingido velocidades bem mais altas na Caloi 10. Calculo que eu tenha feito uma média de 25 km/h, mas posso estar errada.

Vento
Pode ser que não tenha ventado no domingo passado, quando vim com a Amarilda, mas dessa vez senti o vento (contra e lateral e dos caminhões). Atribuo essa percepção do vento ao peso da Caloi 10, que é mais leve que a Amarilda e não tinha alforjes.

Asfalto
Bah, a mudança de asfalto liso pra asfalto mais poroso era óbvia. Quando era subida e o asfalto era liso, eu pedalava com vontade e me surpreendia com o ritmo acelerado que me fazia subir a ladeira. Quando o asfalto na subida era poroso, eu tinha a sensação de que os pneus estavam derretendo, que a borracha grudava no asfalto, me segurando.

2 comentários:

ex-Sheik Luís disse...

Essa bike é show de bola.

iglou disse...

Ela é. Nós também.