Quando eu tava na D. Pedro, na altura do São Marcos, uma viatura da Polícia Rodoviária me ultrapassou e parou no acostamento, a alguns metros de mim. Dois fardados desceram e deram sinal pra eu encostar. Como o homem fez o mesmo gesto que faria para um motorista, não tive certeza se era comigo. Apontei pra mim e acenei com a cabeça, ao que ele acenou uma confirmação. (Veja que maravilha que não é o tempo da bicicleta. Dá tempo de trocar informações com o policial rodoviário antes de acionar os freios!)
Esticou a mão, me cumprimentou e perguntou onde eu moro e se não tinha outro caminho pra eu fazer, porque passar perto de favela não é seguro: os menino vem e passa ratsteria na sua bicicleta! Agradeci a preocupação e segui viagem.
Entrei na Bandeirantes pensando se precisaria usar a capa de chuva que estava trazendo. Não choveu mais. O sol foi saindo devagarinho, até a minha pele ficar constantemente molhada e grudenta. Boa preparação pra Rondônia!
Se eu tivesse dormido na Oca e saído de lá às 6:00, eu teria chegado em São Paulo muito antes do horário em que bicicletas são permitidas no trem. Tomei sol na moleira, mas consegui entrar no trem numa boa.




Um comentário:
olá! eu queria saber mais a respeito da sua bicicleta...
se puder, entre em contato via email rpedro352@hotmail.com
obrigado!
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