sábado, 31 de dezembro de 2011

Santo Antônio de Lisboa

Casas açorianas, igrejinha simples, praia, passeio, artesanato.

Forte São José da Ponta Grossa

Depois da praia de Jurerê, a que concentra as casas mais caras de Florianópolis, fica a fortaleza que começou a ser construída a partir de (repare que a preposição não é em) 1740.
Apesar do sistema triangular de defesa dos portugueses, os espanhóis invadiram o Forte em 1777. Depois da restauração, a Universidade Federal de Santa Catarina passou, em 1992, a gerenciar o Forte.
Mulher fazendo bilro

Na mesa

Renato e Roberta
Em mais um dia chuvoso, posto fotos de dias mais secos.
André
Cecília e eu

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Em Florianópolis

Ontem fizemos uma trilha bem bacana em Naufragados, mas pra variar, esqueci o cartão de memória da máquina fotográfica no computador. E como não rola de desenhar a partir da memória a paisagem das fazendas de ostra, das ilhas, da chuva no continente, dos rios, da água cristalina e esverdeada, da sensação de pisar na areia limpa, da água gelada tocando os pés e voltando com a areia debaixo dos pés, ficamos sem imagens da aventura de ontem.
Fiz uma caminhada de quase duas horas pela praia do Campeche nesta manhã e fiquei surpresa com a hipersensibilidade da minha máquina fotográfica. Nos modos mais manuais, em que se escolhe brilho, cor e tal, a luz ficou bem estourada. O modo smart reproduzia as cores que eu via.
Fora isso, cambei de uma cidade turística para outra, de uma casa de moradores de cidade que se enche de gente sazonalmente para outra. Em Gramado, todos os turistas foram pegos de surpresa pelo frio. Aqui, todos estão com nariz, bochechas e ombros vermelhos. E a média de tatuagens em Floripa deve dar duas por habitante.
Cheguei junto com a chuva que pairava sobre o sul, tive um dia molhado e frio, um dia lindo de céu azul e o seguinte nublado. A regra (se é que dá pra falar de regra depois de três dias) parece ser um dia de sol para dois dias fechados.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Mais um zoo

Gramado agora tem um zoológico (afastado do centro, mas ainda antes do pedágio) bem ecologicamente correto. Os animais são exclusivamente brasileiros e não são capturados pelos curadores do Gramadozoo, mas vêm via Ibama ou outros zoológicos.
Quando saímos, vimos um macaquinho numa caixa de transportar cães/gatos. Tinha sido atropelado na "faixa" (= estrada) e estava sendo levado ao veterinário do zoo. E assim cresce a família.
As aves predominam no zoo ecologicamente correto. Além de muita mata, muito espaço para os animais, eles trabalham com coleta de água da chuva, por exemplo.
E o mais legal foi visitar esse zoo com crianças maravilhadas com os bichos.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Ponto de encontro: Natal

Micha e Helga (com o Francisco) vieram de Novo Hamburgo para o Natal. Nesse ano, nenhum dos dois pastores tinha serviço no Natal.

Keki e Gabriela vieram de Porto Alegre. Lúcia não veio, porque estava com a mãe no hospital.
Esther (de xadrez) e o marido com a Carime - enteada do pai da Esther e da Ruth - vieram de Jaraguá com a pequena Camila.
Gerhard conversando com a Carime. Depois que as crianças sumiram para montar a nave de três asas Star Wars de Lego e a Oma foi dormir, sobraram os adultos discutindo o pecado original.
Pequena Camila e Ruth no fundo. Todo ano é igual: a família converge para Gramado para comemorar o Natal e ver a Oma. Além disso, comemoramos dois aniversários (Dieter e Francisco - agora com 11). No entanto, todo ano é diferente porque diferentes pessoas se alojam na casa Kleine. Nesse ano, teve muita gente na casa por dois dias; depois foram se espalhando e sobraram as crianças (Gabi e Kiko) e eu, que parto hoje de noite.

sábado, 24 de dezembro de 2011

A quarta geração

Perdi a chance de fotografar a pequena Helena, mas quem conhece a filha do Dieter e da Denise vai reconhecer a Filó, pendurada pelos cabelos no varal. Esse Natal a família D&D+Helena vai passar em Indaiatuba, na casa da família da Denise.
Gabriela e Francisco, os dois primos, brincam muito um com o outro. Ontem fizeram sopa de folhas e flores à base de limão esprimido. Ofereceram pra meio mundo, mas ninguém quis.

Oma

Com a gata no colo, Oma ainda faz crochê. Parou de pedalar aos 70, parou de cozinhar aos 90, mas continua fazendo trabalhos manuais aos 92.
Oma e Helga tentando decifrar as instruções vagas das revistas brasileiras de crochê

Omas Garten


Pendurada de ponta-cabeça

Folhas

Primavera
Fuchsia

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Passiflora

Os maracujás são do tamanho de bolas de pingue-pongue, amarelos e da casca mole. Por dentro, as sementes são envoltas em gomos vermelhos que só passarinho come.

Pavão


Zoológico

Eu poderia ter ido num show de tango, num ônibus amarelo, num museu de arte, mas preferi fazer o que os portenhos fazem. Assim me sentiria menos turista e mais integrada na cidade. Fui no zoológico. Ainda do lado de fora, reparei numa moça que alimentava, pela grade, um gato dentro do zoo. Porém, a lista de animais domésticos que vi lá dentro não inclui gatos.
Vi galináceos com os antílopes e pombas com os rinocerontes.
Na frente da gaiola do tucano, uma guriazinha americana exclamou, surpresa: "Que nem no filme Rio, papai, lembra?" Puxa vida.

Contudo, o mais espantoso foi o comportamento domesticado dos animais. O zoológico vende "comida animal" em pacotes ou copos. Para ganhar essa comida dos visitantes, os leões marinhos urram, os ursos ficam em pé com um braço levantado e os babuínos esticam as mãos como mendigos pelas grades da jaula.

Escritores e rosas

No jardim das rosas, o perfume que envolve o visitante desperta memórias frescas da infância.
Já as imagens dos escritores clássicos despertam outras memórias.

Língua estrangeira

Ando pelas ruas captando línguas. E a língua estrangeira que mais ouço é a minha língua materna.