sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Em Florianópolis

Ontem fizemos uma trilha bem bacana em Naufragados, mas pra variar, esqueci o cartão de memória da máquina fotográfica no computador. E como não rola de desenhar a partir da memória a paisagem das fazendas de ostra, das ilhas, da chuva no continente, dos rios, da água cristalina e esverdeada, da sensação de pisar na areia limpa, da água gelada tocando os pés e voltando com a areia debaixo dos pés, ficamos sem imagens da aventura de ontem.
Fiz uma caminhada de quase duas horas pela praia do Campeche nesta manhã e fiquei surpresa com a hipersensibilidade da minha máquina fotográfica. Nos modos mais manuais, em que se escolhe brilho, cor e tal, a luz ficou bem estourada. O modo smart reproduzia as cores que eu via.
Fora isso, cambei de uma cidade turística para outra, de uma casa de moradores de cidade que se enche de gente sazonalmente para outra. Em Gramado, todos os turistas foram pegos de surpresa pelo frio. Aqui, todos estão com nariz, bochechas e ombros vermelhos. E a média de tatuagens em Floripa deve dar duas por habitante.
Cheguei junto com a chuva que pairava sobre o sul, tive um dia molhado e frio, um dia lindo de céu azul e o seguinte nublado. A regra (se é que dá pra falar de regra depois de três dias) parece ser um dia de sol para dois dias fechados.

2 comentários:

Ma disse...

Schöne Fotos! Das erste sind Strandorchideen, nicht? Besuch doch mal überraschungsweise deinen Onkel und deine Tante! Hier ihre Adresse:
Rua Auroreal, 870, Bairro Campeche! Du bist doch da in der Nähe, oder?
Der würde sich sehr freuen!
Abraco und einen guten Rutsch wünscht dir deine
Ma

Érika Lima disse...

Adorei as fotos!