sábado, 17 de dezembro de 2011

Para onde vai a turista

Cheguei em Buenos Aires depois de uma hora e meia de voo (saindo de POA). Troquei uns dinheiros já no aeroporto, para ter dinheiro para o ônibus. Sim, eu estava disposta a andar de ônibus, me perder, caminhar se preciso fosse.

Vista para fora do hostel
O ônibus custa 1,25 pesos, o sanduba com suco custou 57. Ônibus é muito barato, e cada um parece ser estilizado pelo motorista. Um ouvia rádio, o outro investiu pesado em decoração brega (espelhos em toda parte, biblelôs pendurados pelo pára-brisa, plush azul em volta do sensor do cartão: devia ter fotografado esse...).

Bromélia muito louca
Assim que me instalei no hostel, caminhei até a minha atração turística preferida: o jardim botânico. Passei um tempão me divertindo com a minha câmera que capta toda luz do ambiente.
Reparei, no entanto, que as cores do painel da máquina fotográfica eram mais quentes que as cores que vejo na tela do computador. É possível que as cores mudem ainda de um computador para outro.
Reconheci grande parte das plantas tropicais, porque as tenho no meu jardim.
O Jardim Botânico Carlos Thays completa este ano 113 anos de idade. É grande, bem cuidado, tematicamente organizado, bem frequentado e aberto ao público (gratuito).
Plátanos enfeitam a cidade toda
O Jardim Botânico tem muitas estátuas e muitos gatos.

Saindo do Jardim Botânico, voltei a mergulhar na capital portenha que entardecia.

Nenhum comentário: