quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Parados


Cachoeiras

Cachoeira de Aparecida, perto de São Martinho, a 22km de Termas de Gravatal.
Procuramos seguir as placas que indicavam "Informações turísticas" em São Martinho, mas acabamos dando voltas no centro, lentificando o trânsito local e praguejando contra esse povo que coloca placas pouco precisas pra todo mundo ver. Um vendedor de loja me deu as informações que eu precisava pra chegar na casa que fica do lado do rio e onde se pode comprar biscoitos (referências da minha vó). Seguimos a Vargem do Cedro e depois de muitas curvas encontramos o Fluss Haus.
Na volta, demos uma passada no Salto da Capivara.

Aprendendo

Acho legal observar como é divertido aprender habilidades novas. Quando o Sales aprendeu a tocar sanfona, por exemplo, ele contava pra todo mundo como ele tava conseguindo coordenar os movimentos necessários pra tirar som da gaita. Andava pela casa tocando sanfona e ficava super empolgado com os seus progressos. Agora todos da Oca sabem que ele sabe tocar 2 músicas e está aprendendo uma terceira, de Natal.

Demorou muito tempo até eu aprender a nadar. Eu não sabia ao certo como me movimentar, que desenho os meus membros devem fazer, onde aplicar força, quando respirar e que pra manter o ritmo é bom contar. Daí passei a ouvir o som do movimento e comecei a achar que eu sabia nadar.

Oma jogou sinuca ontem e hoje. Ontem ela aprendeu as regras do jogo, a posicionar as mãos, a mirar a ponta do taco no meio da bola branca, mas não encaçapou nada. Hoje ela já conseguiu matar três bolas!

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Serra do Rio do Rastro

Viajar é preciso. Simples assim. Por maior que seja o conforto no hotel em Termas do Gravatal, é preciso ir aos lugares legais de se ver, é preciso movimentar-se no espaço. Seguimos por Braço do Norte, São Ludgero, Orleans e Lauro Müller à Serra do Rio do Rastro (tente pronunciar isso com todos os R vibrantes!)
Chuvinha fina ou neblina, não dava pra discernir o que fazia a umidade do ar subir a 100% depois de várias muitas milhares de curvas. Nem percebi que passei pelas 12 curvas cartão-postálicas, porque eu tava concentrada na traseira de um caminhão muito grande e muito lento.Lá em cima tinha um mirante com uma bela vista pruma brancura exuberante. Pra divertir os turistas, tinha quatis e lojinhas de souvenires. Conforme descíamos, a neblina ia se dissipando. O Google Maps me informou que são 67,5 km de Termas do Gravatal à Serra do Rio do Rastro, factíveis em 59 minutos. Não sei quanto tempo levamos, mas estávamos de volta ao hotel pro almoço.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Visita familiar

Hans Jürgen, meu tio, tava aqui por perto, onde estão montando uma ecovila, e deu uma passada aqui. A ecovila deles é uma terreno muito imenso, que foi comprado em conjunto com 36 famílias e não serve exatamente de moradia (ainda estão planejando a construção de casas com material ecologicamente agradável, dando preferência pra materiais locais), mas principalmente (80%) de área de preservação. Em 10% da área, querem plantar em regime de permacultura (não uma safra que arranca tudo da terra e depois outro plantio, mas o plantio de coisas mais permanentes, incluindo a atividade de animais que criam um eco-sistema próprio) para ganhar dinheiro que será investido nas moradias, que são mais pra lazer que pra serem moradas permanentes das 36 famílias.

Termas de Gravatal

Água quentinha, piscina grande e bastante sol. Pena que esqueci meus óculos e touca de natação e que tem muito hóspede boiando na piscina. Hm, pois é, aqui em Termas a maioria da água termal é captada em hotéis. Tem um aquaparque que cobra R$ 16,00 a diária. Mas é mais apinhado de gente e tem estrutura pra lazer mesmo (tobogã, piscina pras crianças, muitas cadeiras de praia). Não é pra treinar natação...
Como o nosso hotel não tem parque ou gramado ou natureza verde, damos nossos passeios matutinos nos outros hotéis. Turismo meio muito preso ao hotel, mas é o que há em Termas.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Peter Parker

Olha só quem tava me esperando no meu quarto em Gramado. Será que é a mesma do ano passado? Confira.

Gregor Samsa II

Ungeheures Ungeziefer não aponta diretamente pra barata, que acreditamos ter sido a meta da metamorfose de Gregor Samsa.

Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranqüilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto monstruoso. Estava deitado sobre suas costas duras como couraça e, ao levantar um pouco a cabeça, viu seu ventre abaulado, marrom, dividido por nervuras arqueadas, no topo de qual a coberta, prestes a deslizar de vez, ainda mal se sustinha. Suas numerosas pernas, lastimavelmente finas em comparação com o volume do resto do corpo, tremulavam desamparadas diante dos seus olhos. Franz Kafka - A Metamorfose

No jardim da Oma

Isso era uma cebola que germinou dentro da geladeira. Foi enterrada e deu flor, que tem um leve cheiro de cebola.
Na minha terra, limão tem essa cor e é azedo pra chuchu.
Eicheln que o meu tio plantou umas duas décadas atrás.
Adoro supermacro!
Gramado, cidade das hortênsias.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Presente de Natal

Meu grande irmão teve uma idéia genial: conversar com a Oma por Skype. Philip foi na casa dos pais da Julia e se conectou ao Skype da Sophia (irmã da Julia) e me escreveu. Enquanto eu digitava a resposta, a minha mãe telefonou e o Philip atendeu a minha chamada no Skype. Pronto. Eu estava em Gramado, na casa da minha vó, falando com os meus pais no telefone e com o meu irmão no Skype. Olha só que avanço tecnológico propiciando a união familiar!!!
Achei muito legal ver uma mulher de 89 anos de idade conversando com o neto via computador. Belo presente de Natal.

Vida urbana

Toda vez que viajo me dou conta de como levo uma vida urbana. Quando foi a última vez que bebi água da bica? Que escalei uma montanha? Que comi fruta do jardim de outra pessoa? Que vi vagalume ou estrela cadente? Que pisei com os pés descalços na grama? Que adormeci ao som dos sapos?

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

70 km pra comemorar


Quis comemorar o meu título de doutora com uma grande volta de bicicleta. Caldo, esse moço sorridente, quis fazer uma cicloviagem, pra ver como é que é. Sugeri o trajeto casa - Jaguariúna - Pedreira - Arcadas - Amparo - Morungaba - D. Pedro - casa. Pelos meus cálculos, daria 120km.
As subidas no trajeto não são suaves (subíamos a 9km por hora e descíamos a 50), não tem acostamento em boa parte do percurso, tem muito caminhão, um sol de chuva e uma secura danada na boca. Caldo é esportista e me acompanhou bem (média de 20km por hora), mas em Amparo (meio do caminho) mudamos os nossos planos: fomos do restaurante pra rodoviária.
O moço do guichê não quis nos vender passagem pra Campinas quando viu que estávamos de bicicleta. Disse que o ônibus vem de Ouro Fino e pode não haver espaço pras bicicletas no bagageiro. Duas caixas enormes foram desembarcadas e deram lugar às nossas magrelas. Da rodoviária de Campinas foram mais 10km, pedalados com muita força no pé e os olhos agoniados voltados pras nuvens escuras armando a chuva no céu.

Defesa

A defesa foi longa, a tese foi bastante elogiada, mas eu queria mostrar o evento através das fotos que o Ruy fez. Agradeço aqui pela força e pelo apoio de todo mundo que esteve lá e também de quem não pôde vir.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Bicicleta na nova rodoviária de Campinas

Quando fui à rodoviária pra comprar passagem, prendi a minha bicicleta na grade de frente pra entrada da rodoviária. Ninguém reclamou. Também, não tem lugar próprio pra bicicleta (paraciclo ou bicicletário), não tem por que reclamar mesmo.

Quando fui com a bicicleta pra Balneário Camboriú, fiquei muito preocupada com a bicicleta na nova rodoviária de Campinas. Tem que subir escada, depois descer escada. E pra descer pras plataformas de embarque, tem que passar por uma catraca onde tem alguém controlando a passagem (pra que não haja pessoas que não vão embarcar na plataforma). E tem gente uniformizada com walkie-talkie pra todo lado. Como vai ser, passar por tudo isso com a bicicleta?

Tranqüilo. A moça que aperta o botão do elevador sorriu pra mim, as pessoas lá em cima ficaram curiosas em relação à minha bicicleta, (talvez tenham feito planos de viajar com a bicicleta deles pralgum lugar), a moça na catraca abriu uma porta, como se todo dia houvesse pelo menos 20 ciclistas passando por ali com seus veículos.

Pedalei os 9,8km (agora que tenho ciclocomputador, minha vida ficou mais divertida) até a rodoviária (em 32 minutos) e prendi a bicicleta na grade, de frente pra entrada. Depois de guardar a chave dos cadeados da Amarilda, um moço veio sorrindo, walkie-talkie na mão, dizendo que não podia botar a bicicleta ali. Avisei que só ia comprar passagem e já voltava. Se fosse por mim, não tinha problema, eu até olhava a sua bicicleta pra você, bonita, essa bicicleta! mas os hóme num dêxa, vai tudo perguntá de quem que é a bicicleta, e aí já viu. Mentalmente, construí uma cena paralela: Moça, isso aqui é uma igreja, não pode entrar de bicicleta. Tá certo que você é a noiva, e por mim tudo bem, eu até casava com você, mas o noivo não vai gostar de ver você assim, de bicicleta. Olhei em volta, procurando um poste mais distante da rodoviária, e ele propôs a solução: leva ela com você.

Subi de elevador com a bicicleta, atraí olhares curiosos, provoquei diálogos de passageiros sobre bicicleta, peguei olhares atentos na Amarilda. Espero ter incentivado um ou dois a pelo menos pensar em levar a bicicleta nas suas viagens.

Borboletário


Além de cultivar ervas, estamos encorajando a proliferação de borboletas. Sim, o maracujá azedo que nunca deu flor é o combustível preferido para um certo tipo de lagartas que depois dá nessas borboletas aí, que ficam borboleteando pelo nosso quintal, alegrando a minha vida.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Jimmy


Driving along on this highway
All these cars and upon the sidewalk
People in every direction
No words exchanged,
no time to exchange and when
All the little ants are marching
Red and black antennae waving
They all do it the same
They all do it the same way
Dave Matthews Band - Ants marching

Lewis McFly

Não, ele não podia descansar. 
Não podia se dar o luxo de sentar, sentir o coração desacelerando, as mãos recuperando sensibilidade, o peito parando de pulsar, a cabeça perder aquele calor ensurdecedor. 
Tinha que continuar alerta: a ameaça podia vir de qualquer lado. 
Que horas são? 
Sentou-se no canto frio e escuro, ali mesmo, no chão. 
Está tudo grudando. 
Isso tudo é suor? 
Estava tudo errado. 
As pernas doem. 
Não entende por que estavam caçando um cara simples e sem-graça como ele, um engenheiro que bate cartão e nas horas vagas gosta de escrever contos. 
O que tem aqui, que dói tanto? 
O pulmão vem até aqui? 
Não possuía nada, não planejava nada extraordinário, não achava que tinha talentos. 
O som de passos pesados o arrastou de volta para a poça de medo em que estava sentado no canto escuro e frio. 
Seu cérebro comandou os músculos do corpo mais rápido do que seria capaz de acompanhar, nem chegou a endireitar a coluna e já estava correndo de novo.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Gregor Samsa

Als Gregor Samsa eines Morgens aus unruhigen Träumen erwachte, fand er sich in seinem Bett zu einem ungeheueren Ungeziefer verwandelt. Franz Kafka, Die Verwandlung.

Na fila do Correio

Ultimamente tenho passado muito tempo em filas de Correio. Neste tempo ocioso, observei algumas coisas: o esforço para manter a crença das crianças no Papai Noel, um diálogo mínimo e um monólogo despropositado.

Reparei que existe, nas agências do Correio, uma caixa cheia de cartinhas ao Papai Noel. Crianças, não sei de onde, escreveram seus desejos em cartas endereçadas ao bom velhinho. Adultos parados nas filas do Correio por longos minutos substituem seu tédio por um divertido interesse por essas cartinhas escritas em letra redondinha, retiram uma qualquer da caixa e de repente são compelidos a realizar o desejo da criança. Outros adultos chegam com caixas grandes e empacotadas em papel presente, que são depositadas no interior da agência. E assim as criancinhas continuam acreditando em Papai Noel, sem saber por que comemoramos o Natal.

* * *

Vamos ao diálogo mínimo e à importância do contexto para a criação de coerência:

- A Paraty?
- Opa, sou eu.
- Vai lá, meu!

Agora mais uma vez, com contexto:

Um cara foi atendido e deixou o balcão. Saiu da agência e voltou. Voltado para a fila de esperantes, perguntou em alto e bom som:
- A Paraty?
O cara que seria o próximo a ser atendido se contraiu num susto:
- Opa, sou eu.
Da porta da agência, o homem observou a hesitação do outro e mandou a ordem:
- Vai lá, meu!
O cara da ponta da fila trocou um olhar significativo com o seu seguinte, girou nos calcanhares e saiu. Ouvi barulho de motor, carro manobrando, porta batendo e o primeiro da fila voltou ao seu lugar, lá na frente.

Reparem que não há cortesia entre os motoristas. O cara que queria sair e estava com a passagem obstruída pela Paraty se sentiu lesado e fez questão de não ser simpático, restringindo-se ao mínimo necessário (a Paraty?). O motorista da Paraty identificou-se a si mesmo, por uma relação de metonímia, com o carro que dirige (sou eu). Isso também acontece quando motoristas relatam acidentes (aí o caminhão bateu na minha lateral = na lateral do carro!). Por fim, como um pai impaciente, o cara na porta deu direções ao motorista da Paraty. Não deu instruções (tira o teu carro da frente do meu, que eu quero sair), não fez um pedido (será que você poderia tirar o seu carro da frente do meu?), nem foi gentil.

* * *

Eu estava preenchendo um formulário que vai preso ao pacote que estava prestes a enviar, quando o atendente começou a conversar com um cliente parado na fila sobre futebol. Enquanto me atendia, o homem não conseguia deixar de brincar com o outro na fila. De repente, estava me explicando, em tom confidencial, por que qualquer hora passaria no bar lá pra acertar aquele esquema:
- A gente fez uma aposta. E eu perdi. Agora eu tenho que pagar o cara, mas eu tô enrolando ele. Mas uma hora eu pago ele.

Eu não tinha nada a ver com a estória, agora sei que o atendente do Correio é ruim de palpite, mau perdedor e mau pagador de dívidas. Quê que eu faço com essa informação?

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Que puxa!

Abriram inscrições pra concurso na Unipampa, unidade de Bagé, lá no fim do Brasil. A vaga pra profesor de Língua Portuguesa e Lingüística era de professor assistente (pré-requisito mínimo: mestrado), não adjunto (pré-requisito mínimo: doutorado). Aceitavam inscrições via Sedex e queriam ver um Memorial. Achei o nome da universidade engraçado e fui subitamente atraída pela idéia de morar numa cidade com densidade populacional de 29 habitantes por quilômetro quadrado.

Mesmo sem saber ao certo o que é um memorial, sentei e escrevi 15 páginas de memorial, inclusive com proposta concreta de trabalho na Unipampa (vixe!). Viu? Deu. Tentei me inscrever pela internet, não deu. Escrevi pro cara da Unipampa, ele mandou eu me inscrever de novo e pronto, deu. Fui no banco, pagar a taxa de inscrição, mas nenhum caixa eletrônico da minha agência quis fazer o pagamento de R$ 110,00. Fui noutra agência e pedi pra atendente de caixa fazer o pagamento. Deu. Fui no correio, postar o currículo, comprovante de pagamento da taxa, xerox do RG e uma declaração de que eu tinha lido o edital direitinho e entendido tudo, assinada por mim. Fila de gente querendo mandar presentes de Natal pelo correio. Chegou na minha vez e o atendente disse que não tinha mais envelopes de Sedex. Eu também não tinha envelope, então tive que adiar o envio da documentação. No dia seguinte comprei envelope na papelaria e fui no correio, mandar um sedex pra Bagé. Deu. Cheguei em casa e escrevi praquele cara da Unipampa, perguntando quando seriam as provas (escrita, didática, argüição e defesa do memorial). Ele me respondeu, com toda a confiança do mundo que as provas acontecerão entre os dias 15 e 19 de dezembro. Fodeu. Rezei pra dar zica e adiarem as provas pra janeiro. Eu defendo dia 18 de dezembro e não tem jeito de começar a fazer prova dia 15 achando que estarei em Campinas dia 18. E outra: em janeiro eu estaria em Gramado ou Gravatal, seria um pulo até Bagé.

Recebi hoje notícia de que a minha inscrição foi homologada (aceita) e que as provas serão mesmo entre os dias 15 e 19 de dezembro. Oh, vida... Torci pra ser a única inscrita num concurso que vai acontecer no fim do Brasil, numa cidade de aproximadamente 100 mil habitantes. Se fosse, talvez conseguisse negociar a data das provas. Fui conferir a lista de candidatos homologados e quase caí da cadeira: 51 candidatos para uma vaga.


segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Self made Jardineira


Muito bem, você quer plantar umas ervas pra chá e tempero em casa e não quer gastar dinheiro em jardineiras. Nem nós. Passamos a manhã produzindo duas jardineiras e meia. Caixas de feira são a base. Mas como os vãos entre uma tabuinha e outra são grandes, completamos a caixa com mais tábuas.
Terra foi peneiradada e medida. Sim, Régis cortou o cabelo.Usamos cinco medidas de terra pra uma de cal, uma de areia, uma de cimento, água conforme a necessidade e fibra de bambu pra dar a liga depois na jardineira.
A cal é cruel: tranca a garganta.
Cal com terra: musculação.
Cal com terra e água: um nível mais puxado de musculação.
Massa de cal com terra, água e fibra: só para quem tem fibra.
"Meter a mão na massa" seria "bobinho", porque a cal não faz bem pra pele. Como não temos mais as luvas que a Renata usava pra lavar louça, usamos sacolas de supermercado mesmo.
Descobri que se não amarrava a sacola no punho, eu sujava menos a mão, porque eu não rasgava o plástico fino da sacola. Cada qual com os seus caracol.
Revestimos a estrutura de madeira das caixas de feira reforçadas com a mistura de terra que fizemos.
Voilá! Ela vai secar por umas duas semanas, rachar algumas vezes e ser remendada por algum de nós e então nos servirá de jardineira. Insisto em lembrar que Régis, Renato e Andréia trabalham com isso e podem ser contactados através do Equilibrius (http://www.equilibrius.com.br/).