segunda-feira, 22 de junho de 2009

Corrente nova

O meu velocímetro marca 1.525,7 km rodados, mas sei que esqueci de colocá-lo na bicicleta em 3 viagens à Berrini, o que dá uns 15km no total de quilômetros rodados mas não registrados.

No Encontro de Cicloturismo que aconteceu em Camboriú em novembro do ano passado (durante as famosas enchentes de Santa Catarina, sim, estávamos lá), uma das palestras foi sobre manutenção da bicicleta. Por acaso, a Amarilda, que ainda não tinha velocímetro ou qualquer registro confiável de quantos quilômetros tinha rodado desde seu batismo, serviu de modelo para o palestrante. Ele disse que uma corrente dura no mínimo 600 km (terra) e no máximo 1.500 km (asfalto). Mas eu não sabia quanto eu tinha rodado com a bicicleta amarela. O palestrante segurou um gomo da minha corrente na altura da coroa e o puxou, pra calcular a folga causada pelo desgaste da corrente. É, querida, vai ter que trocar a corrente e a catraca.

Troquei em dezembro e pus velocímetro na bicicleta, para poder controlar melhor o tempo de vida da corrente e não ter que trocar também a catraca. Acabo de voltar da bicicletaria com uma nova corrente. Rodei aproximadamente 1.540,7 km em 7 meses. O mecânico me disse que a corrente que ele desmontou da Amarilda deveria ter durado 1.500 km na terra e até 3.000 km no asfalto, mas tava no limite do desgaste. Não peguei muita terra nesses últimos 7 meses. Peguei muito morro, buraco, chuva e asfalto.

3 comentários:

bobmacjack disse...

Nossa, preciso verificar a quilometragem da minha!

E para economizar caixa de comentário :p - adorei a história do bombeiro.

Anônimo disse...

Na terra seca ou molhada ? Não seriam 457 km ou 608...
Posso garantir que uma suja pode güentar menos de 500 e uma asseada passa de 1000, 1500 e até 3000 ( hoje em dia tá difícil ).
Mas um mechânico cônscio já admite que não existe uma distância ideal, simplesmente porque não há higiêne ideal e nem um pedalador ideal. Ah!, e claro nem macânico ideal.
Uma mesma transmissão zera vai durar kms distintos , se um pedalador for mais travado do que outro que girar mais.
Talvez essa seja a única afirmação que corresponde com alguma realidade.
Só mais um detalhe , avise o palestrante, se a corrente tiver menos de ~-500 e o cassete menos de ~-1000 e a checagem for puxando numa coroa já coroa, vai acontecer a mesma coisa !
Dependendo da forma e frequencia da limpeza e lubrificação, não se pode confiar nem na ferramenta própria pra isso, o idolatrado por muitos e esquecido por tantos outros: chain checker.

Abraço
Allen 5.

iglou disse...

É, Allen 5, as variáveis são tantas, que nem adianta se orientar pelas estimativas do fabricante ou do mecânico.
O que eu aprendi com esse mecânico é que a minha corrente não anda sempre tão limpa quanto eu acho que anda. E corrente preta de sujeira de cidade já influencia o desempenho do conjunto.