quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Sobre a liberdade

Abrir a porta pros gatos foi um passo difícil pra mim. Mas depois que eles tiveram o seu território potencial limitado pelos cachorros do vizinho, não tenho mais nenhum problema para abrir a porta pra eles: eles não saem do terreno da casa.
Eles sempre querem sair da casa, mas ficam ao redor dela. O importante não é ganhar o mundo, mas saber que a porta está aberta e que eles podem sair.

3 comentários:

Mônica disse...

Noooossaaa! Como cresceu, essa criatura!

rsrs

E a Akari? Está se dando bem no quintalzão?

iglou disse...

Akari é sempre a primeira a voltar pra dentro de casa. Mas ontem, quando tinha um monte de gente em casa falando alto, ela ignorou completamente os meus chamados e ficou do lado de fora. Eu entendo: aquela reunião estava estressando todo mundo mesmo.

Em todo caso, nenhum dos dois se embrenha no mato à frente da casa. Passeiam pelas varandas dos vizinhos quando não estão na minha varanda.

Mônica disse...

Se o seu condomínio for como o do meu pai, essa liberdade é melhor mesmo para eles (e para vc!).

Lá em Sorocaba, os gatos podem andar livremente pelo condomínio porque todo mundo sabe que é o gato ou a gata do vizinho. E os cães só podem sair na coleira.

O condomínio é tão zeloso com os animais que existe uma regra dentro do estatuto que proíbe os moradores de colocarem qualquer tipo de veneno que possa prejudicar tanto animais domésticos quanto silvestres (inclusive veneno para formiga, para matar erva-daninha etc.).

Haru, a gatinha de estimação da família, anda livremente pelo condomínio.

Ah! Uma coisa que vc já deve ter percebido: eles mantêm um horário para voltar para casa. Por exemplo, Haru volta todos os dias por volta das 17h. Minha madrasta aproveita e a mantém em casa depois desse horário.

Boa sorte com os gatuchos! E a casa está linda, hein?