sábado, 17 de janeiro de 2009

Perca de tempo

A versão final da minha tese está pronta. Não é mais preciso entregar uma versão impressa da tese (o que é legal, porque não usariam a versão impressa pra imprimir a versão encapada, que é frente e verso; apenas teriam um backup). Agora eles querem uma versão em PDF da tese, gravada num CD. O detalhe é que o PDF deve ser formatado para papel CARTA, não A4. Me disseram que não adianta colocar o texto em Word em formato CARTA e depois converter em PDF.

O Word do IEL tem um conversor para PDF. Só que é tipo uma amostra, que faz propaganda pro pacote PDFcreator no canto superior esquerdo de todas as 172 páginas da minha tese. Não posso gravar isso em CD.

Vim pra casa, pra abrir o texto no BR Office, que transforma textos em PDF. Só que o BR Office é um programa que trava. Além do mais, é um programa que desconfigura tudo. Espaços, tabuladores, margens, figuras, tudo isso estava fora do seu lugar natural. Gastei um tempão ajustando tudo, mudando as páginas do índice e a lista de páginas coloridas, pus em PDF e quis configurar a página para CARTA. Não achei nada equivalente. Desconfio que um texto em PDF seja inalterável. Devia ter desconfiado antes, porque tive que botar a tese no BR Office em formato CARTA, o que voltou a desconfigurar tudo e fez com que a tese crescesse pra 185 páginas. Depois de muito tempo em silêncio tenso, converti a tese de 177 páginas em PDF. E que seja tudo pelo amor de Deus. Gravei em CD e olhei pro relógio: a secretaria de pós estava fechando naquele instante. Terei que entregar a versão final na segunda, sem saber se o PDF está em formato CARTA ou A4.

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