Essa foi o Berg que contou, enquanto esperava o cimento secar. Estava comentando o homem que era dono da FIMCA (uma faculdade particular) que comprou a UNIRON (outra particular). No dia em que assinou o contrato e pisou na rua pra entrar no carro, caiu duro pra trás. Morreu do coração. Mas quando a morte vem, não tem quem lhe escape. Conhece a história do cabeludo e da Morte? Pois é assim:
Era uma vez um cabeludo que fez um pacto com a Morte. Ele disse pra ela que queria ser o homem mais rico do mundo. A Morte disse que lhe concederia o desejo, mas com uma condição. Tudo bem, na manhã seguinte o cabeludo amanheceria podre de rico, mas dali a um ano a Morte viria lhe buscar. Se passasse da meia-noite do dia que a Morte ia vim, o cabeludo tava livre.
O cabeludo viveu bem nesse ano que ele foi rico. Um dia antes da Morte cumprir o pacto, o cabeludo cortou o cabelo. Passou máquina zero, pra se disfarçar e a Morte não reconhecer ele. Na noite que a Morte ia voltar pra lhe pegar, ele deu uma festa pra cidade toda. E todo mundo veio pra festa do cabeludo, inclusive a Morte. Ela ficava procurando o cabeludo, e cadê esse cabeludo? E olhava no relógio e faltava dois minuto pra meia-noite e nada do cabeludo. Não tô achando esse cabeludo safado, quer saber? Vou levar esse careca aqui mesmo.
E levou o (careca) cabeludo. É, dona Lou, quando a Morte vem, não tem quem lhe escape.
5 comentários:
eu conhecia essa com o Capeta. (No lugar da morte, rs!)
É meu amigo/a,com a morte ninguém brinca!
Me lembro até hoje,quando minha tia contava essa história,tenho saudades,tempos bons!
Me lembro até hoje,quando minha tia contava essa história,tenho saudades,tempos bons!
É meu amigo/a,com a morte ninguém brinca!
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