domingo, 15 de novembro de 2009

O cabeludo e a Morte

Essa foi o Berg que contou, enquanto esperava o cimento secar. Estava comentando o homem que era dono da FIMCA (uma faculdade particular) que comprou a UNIRON (outra particular). No dia em que assinou o contrato e pisou na rua pra entrar no carro, caiu duro pra trás. Morreu do coração. Mas quando a morte vem, não tem quem lhe escape. Conhece a história do cabeludo e da Morte? Pois é assim:

Era uma vez um cabeludo que fez um pacto com a Morte. Ele disse pra ela que queria ser o homem mais rico do mundo. A Morte disse que lhe concederia o desejo, mas com uma condição. Tudo bem, na manhã seguinte o cabeludo amanheceria podre de rico, mas dali a um ano a Morte viria lhe buscar. Se passasse da meia-noite do dia que a Morte ia vim, o cabeludo tava livre.

O cabeludo viveu bem nesse ano que ele foi rico. Um dia antes da Morte cumprir o pacto, o cabeludo cortou o cabelo. Passou máquina zero, pra se disfarçar e a Morte não reconhecer ele. Na noite que a Morte ia voltar pra lhe pegar, ele deu uma festa pra cidade toda. E todo mundo veio pra festa do cabeludo, inclusive a Morte. Ela ficava procurando o cabeludo, e cadê esse cabeludo? E olhava no relógio e faltava dois minuto pra meia-noite e nada do cabeludo. Não tô achando esse cabeludo safado, quer saber? Vou levar esse careca aqui mesmo.

E levou o (careca) cabeludo.
É, dona Lou, quando a Morte vem, não tem quem lhe escape.

5 comentários:

Mazu disse...

eu conhecia essa com o Capeta. (No lugar da morte, rs!)

Juliana Tucci disse...

É meu amigo/a,com a morte ninguém brinca!

Juliana Tucci disse...

Me lembro até hoje,quando minha tia contava essa história,tenho saudades,tempos bons!

Juliana Tucci disse...

Me lembro até hoje,quando minha tia contava essa história,tenho saudades,tempos bons!

Juliana Tucci disse...

É meu amigo/a,com a morte ninguém brinca!