A urbanização de Porto Velho é uma desgraça. Muitas ruas não têm calçadas e todo mundo transita pela rua. Quando tem calçada, ou ela é no mesmo nível da rua (e o pedestre não tem garantias de que não há motos, bicicletas ou carros transitando pela calçada) ou ela é muito alta e cheia de degraus dos quais é preciso saltar. Passarela ou qualquer outra maneira de permitir uma travessia segura o pedestre não tem não.O recepcionista do hotel me explica como chegar nos lugares mencionando os nomes das ruas. Eu só vejo placas indicando os nomes das ruas em esquinas de avenidas. De resto, é tudo meio igual.
Alguns cruzamentos têm farol, alguns faróis têm contador de tempo (40seg), mas essa não é a regra. Há algumas rotatórias que causam mega congestionamentos porque a galera não sabe se comportar nas rotatórias. Na maioria das vezes os motoristas vão enfiando o carro, buzinando ferozmente para os motoqueiros, que respondem com gestos, gritos e buzinadas estridentes.
Ciclovia ou ciclofaixa não há por aqui. Na BR tem acostamento e postes de iluminação dos dois lados até a Unir. Depois dela não tem mais.
Essa coisa de mão e contramão só funciona nas grandes avenidas, e lá só vale para os carros. Motociclistas e ciclistas não respeitam mão ou contramão. A maioria dos ciclistas é do sexo masculino, passou dos 30 anos de idade e pedala uma Barra Forte.
Tentei alugar uma bicicleta, mas sem sucesso. Ou só trabalha com bike nova ou não tem nenhuma usada (com marcha!) pra disponibilizar. Mas tudo bem, porque a cidade não é arborizada, quase não tem praças e não é bonita ou limpinha. O completo oposto de Nijmegen.
2 comentários:
ei, o vagner me enganou.
disse q era bonito por aí.
Beauty lies in the eyes of the beholder.
Postar um comentário