terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Matei o maracujá

Antes e depois: impressionante.
O maracujá estava fora de controle, atormentando os vizinhos idosos, ocupando metade do nosso varal, fechando a janela do quarto do Caldo e Gustavo e provavelmente comprometendo a calha. Agora que eu já colhi o que deu pra colher, que não vem mais flor e que as chuvas de verão começam a arquitetar goteiras dentro de casa, era hora de podar o maracujá. Fui podando até deixar só o caule - que ficou pingando.

Se eu tivesse visto outra pessoa podando o meu maracujá desse jeito, eu teria ódio dessa pessoa enquanto eu respirasse. Se eu visse o resultado e soubesse quem foi o feitor, eu teria mágoa dessa pessoa até o fim da vida. Por isso foi melhor que eu mesma matasse o maracujá. É possível que ele volte (Fênix), mas já não estarei mais aqui pra fotografar suas flores e colher seus frutos. Sales me ajudou com a parte em cima do telhado. Eu já quebrei o pé uma vez caindo das alturas, prefiro não subir no telhado.

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