
Essa é Nina, a gata da Oma. As duas se fazem companhia e participam de um balé eterno de abrir e fechar janelas, oferecer e recusar atum, abrir portas de armários com a pata e esquecer o animal de estimação em algum lugar pequeno e fechado.

Nina agora não é mais o centro das atenções da Oma. Primeiro porque eu estou aqui, e segundo porque a outra gata, mãe dos dois filhotes, recebe comida e atenção da Oma, mas não pode entrar na casa. Isto é privilégio da Nina.

As duas ficam se observando por horas a fio, e às vezes brigam, o que tira a minha vó do sério.
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