quarta-feira, 22 de abril de 2009

O caminho

Dormimos no Bairro da Serra, onde tem os mais variados tipos de pousadas, oferecendo diferentes graus de conforto, a preços cambiantes. Conversamos bastante com o Jura, o cara que organiza passeios, guias, aluguel de equipamento (capacete, lanterna etc.) e conversa com a mídia. Percebemos que um passeio na caverna Santana com um grupo de 6 sairia mais caro que o pernoite com café da manhã. Pra economizar, decidimos passar o dia viajando, ao invés de ver cavernas.
Não pegaríamos a BR, por causa da volta do feriadão, então decidimos voltar por Eldorado, pegar a estradinha a Sete Barras, margeando o Ribeira, passar em Juquiá, subir a serra por Tapiraí e vir a São Paulo por Piedade, Ibiúna, Cotia, Raposo Tavares.
Como passamos o dia todo no carro, e eu a maior parte atrás do volante, é o caminho que mais me marcou. Entre Eldorado e Sete Barras há um pequeno trecho em obras.

A subida da serra é agradável, até mesmo prazerosa. Muitas curvas suaves, pista projetada direitinho, asfalto novo e bem sinalizado, paisagem de um verde exuberante e pouco movimento. Ruim mesmo começa a ficar depois de Piedade, a caminho de Ibiúna. Curvas em forma de cotovelo, sobe e desce, pista desgastada nas beiradas e gente colando na traseira fazem com que a motorista fique levemente estressada. Na Raposo, então, piorou. Paisagem cinza, pouco espaço, impossibilidade de respeitar o limite de velocidade indicado nas placas, porque tem muita gente pressionando.
Mas valeu pelo Vale do Ribeira e seus quilombos, cavernas e serras, sol e chuva.

2 comentários:

Natalie Rios disse...

Olha só, visitando minha zona de trabalho!
Se tivesse dito te dava umas idéias de lugares interessantes para visitar, tamo quase acabando o diagnóstico de turismo lá no Vale do Ribeira.

iglou disse...

É, eu pensei em ti quando eu tava lá...