quarta-feira, 22 de abril de 2009

Caverna do Diabo

Acompanhamos o rio Ribeira por um bom pedaço e, seguindo as placas, chegamos na Caverna do Diabo. Depois de ter sido fechada pelo Ibama nessa mesma época do ano passado, algumas regras de preservação mudaram/entraram em vigor: só se entra com guia (que está esperando na entrada da caverna e custa R$ 8,-); só se entra com sapato fechado (nada de sandália ou chinelo, mas se você for pego de surpresa, tem aluguel de sapatos a R$ 2,- o par); a iluminação da caverna é apenas suficiente para que o visitante possa admirá-la.
Houve um tempo em que a iluminação era tão forte, que alguns seres vivos começaram a fazer a fotossíntese, alterando completamente o ecossistema da caverna.
Quando não havia controle dos guias sobre a população visitante, a galera levava lascas de calcário, depredando estalactites, estalagmites e essas coisas aí que custam milhares de anos pra se formar. O pior é que, fora da caverna e do ambiente frio e úmido, a peça roubada se desfaz em areia. Deve ser interpretado como castigo da caverna mutilada.
Não creio que tenhamos ficado mais de uma hora dentro da caverna, passeando por suas galerias.
Ah, sim, as fotos foram feitas na máquina da Olga, que me deu trabalho pra manusear. As cores e definições não são as de costume.

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