sábado, 4 de abril de 2009

Paranapiacaba

Pára na pia! Cabô... Pira na pia e se acaba!


Um ano e meio atrás, Jonas, Olga & yo fomos a Paranapiacaba. Jonas já estava tão falante de português, que percebia o que é português e o que era vindo de outra língua (indígena). Decidiu que Paranapiacaba era um nome que os índios deram ao lugar. Apostou que significava: lugar onde chove muito, o ano inteiro.
Depois da experiência de muita chuva e neblina, fiquei muito feliz de ver o lugar com céu azul e vista até lá longe. Descobri que Paranapiacaba significa: lugar de onde se vê o mar.

Não fizemos a trilha que passa perto do mirante, porque éramos um grupo de pelo menos 20 pessoas, sendo 4 delas crianças (que já conseguem andar sozinhas).

Mesmo com tanto morro e acostamento ruim na estrada até lá, tinha muito ciclista na cidade. As caravanas de turistas japoneses eram engraçadas, porque eram japoneses mesmo, armados como turistas para uma caminhada de uma semana. Por fim, havia o festival de cambuci na cidade. Foi pouco divulgado e tinha pouca gente vendendo seus produtos feitos à base da fruta: pinga, sorvete, trufas, geléia, molho etc.

Fizemos o passeio de trem (percorremos 300m e ouvimos longas explicações sobre o funcionamento do trem). A cidade foi baseada no transporte de café do interior a Santos por trilhos (a Santos-Jundiaí).

Essa foi a última foto que eu consegui fazer na minha máquina. 

Não entendi o que aconteceu, mas de repente, depois dessa foto de contas de lágrima, ela ficou hiper-foto-sensível. O visor mostrava o que eu via, mas depois que eu apertava o botão pra ela tirar foto, a luz estourava tudo e o visor ficava cinza. Confiante que as fotos estavam sendo registradas, mas só o visor não mostrava, continuei fotografando, já meio jururu. Quando descarreguei as fotos no computador, fiquei totalmente deprê. Uma cegueira branca. Justo agora que não tenho renda ou ocupação, minha máquina dá pra trás.

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