segunda-feira, 21 de junho de 2010

Teatro

Imagem roubada daqui

Fui ao teatro. Em Porto Velho não existe Teatro Municipal, Nacional ou universitário. Mas eu fui no Teatro e não era no SESC. Natalie tinha me recomendado (muito tempo atrás) que eu fosse ver a peça chamada Cárcere quando o ator Vinícius Piedade viesse pra cá. E eu fui.

Engraçado que eu não sei explicar por que gostei da peça. Talvez tenha sido porque me senti em casa ouvindo o sotaque paulista do ator. Talvez tenha sido porque o ator me lembrou o Sales, meu palhaço preferido. Talvez tenha sido porque fiquei curiosa em relação a Thelonious Monk. Talvez tenha sido o sentimento de ter encontrado uma resposta para uma dúvida vaga.

Do mesmo lugar

Quando discutimos, no cineclube, quais seriam as 10 temáticas durante o ano, eu tinha sugerido que 'cárcere' fosse uma delas. Eu tinha até pensado em quatro filmes interessantes (Bicho de sete cabeças, Salve geral, Das Experiment, Meu nome não é Johnny), mas não soube defender a temática. Sentada lá, no auditório do SEST/SENAT, senti uma espécie de resposta, entendi por que o cárcere é um tema interessante. Não saberia explicar esse lance, porque a parada foi mais uma questão de identificação com o texto que já não retenho na memória e com o ator que me evoca outras memórias, do que qualquer outra coisa.

Um comentário:

sauloribeiro disse...

também gosto e não sei o motivo.