quinta-feira, 3 de junho de 2010

Parque Natural de Porto Velho

No total, o meu velocímetro registrou 33,15 km em 1h 38min. 

Eu tinha pedido pra Miyuki que avisasse aos biólogos do círculo de amizades dela que eu estava super afim de entrar na mata - mas não sozinha. Se algum biólogo fosse coletar material na floresta, eu estava disposta a acompanhar (e trabalhar). Achando que eu não daria conta de caminhar na mata o dia todo, ela não intercedeu por mim.
Fui com a Amarilda. É bem da hora perceber a paisagem mudando conforme se sai do perímetro urbano. A própria Av. Rio Madeira já tem paisagem diversificada: Shopping, Alphaville, zona de transição e borda da mata.
Quando entrei no parque, quase dei as costas e voltei. O que pude ver era assustador: um trio elétrico, um palhaço barrigudo anunciando a Semana do Meio Ambiente no microfone e brinquedos para crianças (gangorra, balanço, casinha etc.). Eu não tinha pedalado aquilo tudo pra ficar surda. Me afastei da parte "civilizada" do parque e achei uma trilha depois do viveiro de mudas.
Caminhei nessa trilha por mais ou menos uma hora. Saciei minha vontade de caminhar na mata, de pisar na terra, de ouvir os sons da floresta, de respirar o verde e estar perto das árvores. Vi borboletas exóticas, libélulas excêntricas, alguns mosquitos, um lagarto e uma família de selvagens vestidos com camisetas de time de futebol cujos filhotes corriam gritando e jogando pedras ao léu.
Muitas árvores estavam identificadas. Assim fiquei sabendo que breu branco, copaíba e macuco são árvores (e não matinhos ou pássaros). A árvore com o nome mais estranho eu registrei:

Um comentário:

Leonardo disse...

e eu achando que taxi merda eram os que tiravam fina de ciclista rsrs

queria ver a sua cara quando viu o trio elétrico :D