terça-feira, 4 de novembro de 2008

Finados

Fomos ao cemitério numa delegação de três gerações, ver a sepultura do meu avô. As rosas vermelhas estavam bem, sem marcas de formigas, a lápide estava limpa, as plantas nos vasos não estavam se afogando.

Minha vó (que conheceu muita gente nesses 89 anos de vida) e meu tio (que tem algumas árvores genealógicas na cabeça e se interessa por histórias de famílias) quiseram visitar túmulos de velhos conhecidos, então caminhamos os três pelos corredores de sepulturas. Olha só, os Schlieper estão aqui. Que Schlieper são esses? Veja, os Ziegler estão aqui. Aqueles Ziegler que ... Ah, que pena, ninguém cuida aqui dos Weber...
Lou, tu te lembras do Juksch?

Tivemos um passeio animado (no sentido de dar vida às memórias esquecidas) pelo cemitério. Notei que havia, naquele setor, um Silva e um Santos. Ambos casados com alemãs. Me dobrei de rir com sobrenomes como Pfützenreiter, Schaumlöffel e Kohlrausch. Achei simpáticos os sobrenomes Knaak, Witzel e Kühl (que em inglês seria Cool e em português seria Fresquinho).

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