Depois que a água baixou
O rio virou um chocolate, arrastando o que encontrava pela frente.
A ponte pênsil teve sua estrutura de cá arrancada. Reparem nas coisas brancas aí na foto. Lixo.
O caminho que leva à ponte. Tudo que é arame farpado, mangue, poste, cerca, agregou o que a correnteza trazia.
Esse moço achou esses peixes no campo da Escola Agrícola.
Quando a água baixou, o Yuri abrigou 8 pessoas num apartamento em Balneário. O apê é da prima da esposa dele, estava vazio e ele tinha a chave.
Sair de Camboriú era um passo a mais na nossa evolução. Estar em Balneário Camboriú era quase um avanço tecnológico. De repente estávamos os 8 vendo noticiário sobre a tragédia dos desabrigados, escutando pelo rádio onde caíam as barreiras e os barrancos na BR 101 e estudando rotas alternativas no mapa. O sol espantou as nuvens e fui pedalar no Interpraias, que era um dos passeios que estava no programa e não foi feito. Subindo pra Laranjeiras, vi esse barranco tomando meia pista, o carro parado com o motorista fotografando a cena pelo celular. O que ele não podia ver (nem você, porque na foto tá pequeno) é a placa que dizia: Respeite a Natureza.
Muitos galhos na praia. Tinha um caminhão recolhendo os detritos na praia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário