quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Agora vai

Minha passagem de volta para Campinas estava marcada para domingo às 10:30 da manhã. Como ficamos ilhados no domingo, liguei na rodoviária e a moça da Reunidas me disse: quando você puder sair daí, pode vir aqui.

Na segunda nenhum ônibus saía de Balneário Camboriú. Não por causa da enchente, mas por causa dos deabamentos ao longo da BR 101.

Na terça de manhã fui à rodoviária de bicicleta e alforje, pronta pra embarcar. Cheguei cedo e o funcionário da Reunidas me disse que se o ônibus for liberado, o será às 10:30. Fiz companhia para Warley e Caio, que esperavam pelo seu ônibus da Catarinense para São Paulo às 9:40.


Os dois embarcaram, e quando deu 11:00 fui no guichê da Reunidas. Me disseram que o ônibus das 10:30 não tinha sido liberado e que era pra eu pegar o das 20:30. Carimbou mais uma vez a minha passagem amassada e suada e escreveu o número da poltrona. Desiludida, voltei pedalando a Cambriú, na esperança de ainda encontrar gente no Hotel.


Ana e César estavam lá, querendo sair pra almoçar. Fui com eles pro restaurante. Quando eles se levantaram pra ir embora (o ônibus deles sairia às 14:00), entraram os organizadores do evento. Sentei de novo.


Rodrigo, Eliana e Walter ainda estavam em Camboriú. Depois do almoço, chamei prum pedal e Walter e eu fomos apreciar a paisagem lodosa.

Pegamos a balsa para Balneário e fomos até a ponta da praia.
Fizemos hora no hotel e fui pra rodoviária. O ônibus já estava lá. O motorista perguntou se eu ia embarcar com a bicicleta. Respondi como uma criança responde à pergunta: foi essa a bicicleta que você ganhou de Natal? Ele quis que eu embalasse, pra não danificar a bagagem dos outros passageiros, mas o encarregado logo resolveu a situação. Abriu o bagageiro de trás, onde a Amarilda foi sozinha, em pé e montada. Cheguei em Campinas exatas 12 horas depois (isso significa que não tive nenhum atraso ou contratempo na viagem).

Foto que o Walter fez na balsa.

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