domingo, 30 de novembro de 2008

Garrafas pet

Cada um assumiu uma função, e trabalhamos em paralelo. Junior e Caldo substituíram os bambus que já tinham sido afixados há muito tempo (e já estavam castigados pelo tempo) por bambus tratados.
Kenia e eu cortamos as garrafas pet e as lavamos.
Régis, Jana e Du cortaram os arames que vão sustentar as garrafas pet no bambu e os dobraram conforme os buracos nas garrafas.
As mãos do Du.
Renato fabricou ferramentas de furar plástico: um prego espetado num pedaço de bambu que é levado à chama do fogão. O prego quente é inserido no plástico da garrafa pet e faz o furo.
Andréia coordenou a furação dos pratinhos que vão embaixo das garrafas pet. Retiramos os elos de uma corrente pra juntar os pratinhos com a garrafa. O cheiro de plástico e bambu queimado não é muito bom.
Primeiro vem uma camada de pedrisco, depois uma manta de - sei lá o que era aquilo - depois areia, depois a terra. Quando estávamos prontos para colocar a terra nas garrafas, lembramos de furar os fundos das garrafas, pra água escorrer. Falha de planejamento.
Misturamos terra, humus e composto. Pronto, enchemos as garrafas de terra boa.

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