quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Blumenau

Blumenau não é pequena e passear por lá sem saber o que te espera é meio furada. Como eu não conheço ninguém em Blumenau, Oma fez com que eu conhecesse. O meu Opa era de Blumenau e ainda tem uma irmã morando lá. Essa Ingried é madrinha da minha mãe e o filho dela, Carlos, é primo da minha mãe. Pode ser que eu já os tenha visto, mas não lembro.
Cheguei numa segunda-feira às 6 da manhã em Blumenau, e Carlos me buscou na rodoviária pra me levar pra casa e tomarmos café da manhã. Depois de conversar um pouco com a Ingried sobre encontros familiares, a idade, a família, as doenças e o noivo que eu não tenho, Carlos me deixou no centro e foi trabalhar. Achei meio estranho conhecer membros da família assim, com os minutos contados, mas agradeço ao Carlos por ter me dado esse tempo. Itajaí-açu, o rio chocolatoso que corta a cidade. Blumenau fica num caldeirão, entre monhtanhas verdes. Não sopra um ventinho sequer, e quando chove, o rio transborda e metade da cidade alaga. É quente pra dedéu e chove violentamente quase todo dia no verão. A chuva eu senti vindo já às 10 da manhã, quando comecei a mancar pela cidade. Não vi chuva até meio-dia, mas garanto que choveu.
Fachwerk decorando a parte comercial da cidade.
Castelinho. Hoje o Fachwerk é falso, mas os imigrantes que construíram a cidade sob a direção do Dr. Blumenau, ergueram casas de Fachwerk de verdade.
A prefeitura decorada.
Ponte estreita por onde passava o trem. Hoje não tem mais trem, mas os carros podem passar, num único sentido.
Internet. Achei essa casa quando procurava pelo Parque São Francisco. Perguntei prum monte de gente onde fica a entrada do parque localizado no centro da cidade, e ninguém soube me responder. Não sei, não sou daqui, não faço idéia. Achei o parque depois de muito perambular, seguindo instruções vagas de um mapa não muito preciso e me deparei com uma placa enorme anunciando que o parque estava fechado devido às chuvas do dia anterior. Maravilha.
Os nomes das famílias escritos nas paredes das casas. Hering e Odebrecht são as mais famosas.
Não tirei foto da igreja luterana, que tem um formato octogonal, é toda de madeira e fica no topo de um morro, mas garanto que a católica é seu oposto. Grande, clara e iluminada, cheia de colunas, é antagônica ao estilo gótico da pequena igreja luterana.

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