quarta-feira, 27 de abril de 2011

Passeando com a gata

A última vez que estive na casa dos meus pais foi recheada de tempo livre. Desenterrei uns livros deixados lá pela minha tia - por motivos inescrutáveis (meus pais não leem em inglês) e iniciei a leitura de Eureka Street, Belfast. Gostei das estórias e do personagem principal, um sujeito irlandês que tinha um monte de amigos esquisitos, morava sozinho e tinha um gato. Apesar de detestar o gato, ele passeava com o gato pelo bairro todas as noites.

Achei essa estória de passear com o gato muito engraçada, já que sei - por experiência própria - que os gatos não obedecem, nem são fiéis ao dono, nem um monte de outras coisas que os desqualificam para passeios pelo bairro. Pois não é que ando levando a Akari pra passear no jardim?
Ela só se mantém nos arredores da porta quando não saio com ela. Juntas, caminhamos pelo jardim todo e ela super obedece quando a reprimo pela voz de se aproximar do portão. Mesmo dentro de casa, quando abro alguma janela, ela prefere ficar perto de mim do que sair desembestada por aí.

3 comentários:

Mônica disse...

Me surpreendi de vê-la sobre a árvore, uma vez que ela não tem a cauda.

Mas está linda!

Phil. disse...

Ué,
periodicamente eu vou passear com os nossos gatos. Se eu não fosse, eles ficariam loucos nos 12 mq do trailer. E Eles vem comigo como se fossem na coleira, sussegado!
Gato obedece sim: a quem quer obedecer...

Abraços

iglou disse...

Já na Vila da Eletronorte a Akari subia em árvore, telhado e se equilibrava na veneziana da janela. Ela só capotava no começo, nas curvas. Agora já se acostumou à vida sem cauda.