quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Dessas conversas insólitas

Sabe quando você atende o telefone no Ano Novo e um completo desconhecido te deseja tudo de bom, felicidades e sucesso? Ou quando você liga pro seguro residencial pra mudar o endereço e o cara que te atende te conta altas estórias?

O sujeito da corretora de seguros quis saber de onde vinha o meu nome. Respondi que saiu da cabeça da minha mãe. Deu risada e entendeu que foi inventado. Falou do próprio nome:

Meu primeiro nome é Arsênico, que é nome de veneno, né. Vai saber o que tava passando na cabeça dos pais quando botaram esses nomes na gente. Tem um juiz, que o nome dele de batismo é Disney Chaplin. Mas ele mudou, ele conseguiu mudar o nome dele e ficou Mateus. Melhor, né, mas eu, como eu sei o antigo nome dele, chamo ele de Disney. Ele não gosta, mas sabe que é brincadeira.

2 comentários:

cabelo disse...

Caramba Lou, engraçado o papo do Arsênico. Esse lance de nome... Só fui aceitar meu nome depois de adulto, quando era muleque achava que meu nome era de velho...

Quando ao seu comentário lá no blog, dentre as coisas que mais gosto estão os brinquedos de madeira, jogos educativos. Tenho uma série deles e por vezes já pensei em fabricar alguns. Talvez eu faça algum dia.

Dri disse...

Que bom que o Mateus se livrou do Disney. Conheço um sujeito inglês que colocou nos filhos os nomes de Garrincha e Pele (e podia ter um segundo nome, tipo Pele Michael ou Garrincha John pra dar uma outra possibilidade, mas não: é só Garrincha e Pele + sobrenome). Talvez outros que no futuro acabem trocando...