Na segunda nenhum ônibus saía de Balneário Camboriú. Não por causa da enchente, mas por causa dos deabamentos ao longo da BR 101.
Na terça de manhã fui à rodoviária de bicicleta e alforje, pronta pra embarcar. Cheguei cedo e o funcionário da Reunidas me disse que se o ônibus for liberado, o será às 10:30. Fiz companhia para Warley e Caio, que esperavam pelo seu ônibus da Catarinense para São Paulo às 9:40.

Os dois embarcaram, e quando deu 11:00 fui no guichê da Reunidas. Me disseram que o ônibus das 10:30 não tinha sido liberado e que era pra eu pegar o das 20:30. Carimbou mais uma vez a minha passagem amassada e suada e escreveu o número da poltrona. Desiludida, voltei pedalando a Cambriú, na esperança de ainda encontrar gente no Hotel.
Ana e César estavam lá, querendo sair pra almoçar. Fui com eles pro restaurante. Quando eles se levantaram pra ir embora (o ônibus deles sairia às 14:00), entraram os organizadores do evento. Sentei de novo.
Rodrigo, Eliana e Walter ainda estavam em Camboriú. Depois do almoço, chamei prum pedal e Walter e eu fomos apreciar a paisagem lodosa.
Pegamos a balsa para Balneário e fomos até a ponta da praia.
Fizemos hora no hotel e fui pra rodoviária. O ônibus já estava lá. O motorista perguntou se eu ia embarcar com a bicicleta. Respondi como uma criança responde à pergunta: foi essa a bicicleta que você ganhou de Natal? Ele quis que eu embalasse, pra não danificar a bagagem dos outros passageiros, mas o encarregado logo resolveu a situação. Abriu o bagageiro de trás, onde a Amarilda foi sozinha, em pé e montada. Cheguei em Campinas exatas 12 horas depois (isso significa que não tive nenhum atraso ou contratempo na viagem). 





































