quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Em disquete

Este meu doutorado é uma continução do mestrado. A dissertação de mestrado foi escrita na sala de computadores do IEL (na época em que só tinha uma sala de computadores) e gravada em disquete. Mas como disquete era uma coisa moderna na época e eu não tinha noção de quanto cabe num disquete, eu não gravava tudo no disquete. Só as versões finais dos capítulos. As análises, os rascunhos pra artigo a ser publicado e os pensamentos esparsos iam sendo registrados na minha área nos computadores do IEL.
Enquanto eu estava na Holanda, houve um processo de reorganização do setor de informática do IEL e os meus arquivos todos foram apagados.
Mas eu tinha um monte de coisas gravadas em pelo menos 26 disquetes.
O problema é que o meu laptop não tem entrada pra disquete...
Achei o arquivo que eu queria num computador do IEL. Acho que eu era a única que enfiou disquetes (não todos, mas metade deles) no computador em todo o instituto. Coisa arcaica. Hoje a gente usa pen drive ou manda os arquivos pra si mesmo, de preferência pra uma conta tipo gmail, que permite estocagem quase que infinita de dados.

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