quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Barra do Una


O gigante adormecido está deitado no fundo. A cabeça está ao lado direito da foto, os pés tocam o mar. De lá pra cá, segue uma faixa de terra, área da Juréia. Aí entra o rio Una. (Não é o filete de água no meio da foto.) Entre o rio e as pedras que levam à segunda praia são 2 km.
O rio Una é o que mais muda nessa aldeia de pescadores chamada Barra do Una. Dessa vez estava largo e raso. Provavelmente porque choveu muito pouco entre junho e setembro.
Muitas concinhas, pouca gente e maré baixa. Essa pessoa lá longe é a Olga.
Olga foi operada dos pés por causa da joanete e ainda tem um pé inchado. Passamos por processos de reabilitação similares e temos parafusos de titânio nos pés. Ela tem um em cada pé, eu tenho sete no pé direito. Pra nós duas - com os pés problemáticos - foi uma aventura passar as pedras pra chegar na segunda e na terceira praia depois de Una ( e depois voltar...). Sinto que esse exercício melhorou a mobilidade do meu pé.
Descansando.

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