segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Piscinas naturais

Na penúltima manhã em Lucena, acordamos cedinho para participar de um passeio de barco. A referência era seu Arlindo - que todos conheciam, mas a gente nunca acertava a caiçara (cabana em que os pescadores guardam suas coisas de pescaria) dele. Um senhor nos levou (ele de bicicleta e nós de carro) até a casa do seu Arlindo - que nos deu direções precisas até o ponto de onde sairiam os barcos.
Depois de meia hora de barco com respingos de onda na cara, chegamos nos arrecifes. Cada barco (foram dois, contendo 5 turistas cada) tinha um óculos snorkel à disposição. Luis tinha comprado óculos de natação no camelô e eu monopolizei o snorkel. Juntos, nadamos encantados pelos corais cheios de peixinhos coloridos, grandes e pequenos. Se deixar levar pela correnteza daquela água salgada que nos fazia flutuar numa boa, vendo as maravilhas escondidas embaixo da água foi uma experiência fabulosa.

Os outros turistas ficaram entretidos com o tubarão-lixa preso no curral (no fundo da foto de baixo).
Eu tinha esquecido o cartão da máquina fotográfica dentro do computador, então a minha máquina ficou ociosa e foi estocada num canto do barco. Seu Arlindo tirou essas duas fotos da gente com a máquina de outro turista e ficou de anotar e-mails pra que recebêssemos as fotos. Quando chegamos em casa, notei que a máquina fotográfica não estava na nossa bolsa. Corri de volta na caiçara do seu Arlindo que lembrou que tinha jogado uma sacola escura na lata do lixo. E lá estava a minha máquina. De noite, quando fomos na lan house para nos conectar com o resto do mundo, o moço a dois computadores do nosso nos reconheceu das piscinas naturais e nos passou as fotos que estão aqui.

E assim, com essas sortes e pequenas maravilhas, decorreu a nossa (primeira) lua de mel.

Um comentário:

Karin und Walter disse...

nossa, Lou, que água bela e limpa! obrigada pelas fotos lindas.
Com um abraço
Ma