quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Em Lucena

Tínhamos um mapa, tínhamos instruções para chegar na casa do Sevá e tínhamos referências (tenda do seu Vivi na esquina, gelo na outra esquina etc.) sobre o bairro, mas não tínhamos ideia de como conseguir a chave da casa onde ficaríamos. Na casa ao lado, uma moça fazia faxina. Perguntamos ali e ela lamentou que o André tinha saído dali havia pouco. Mas não tínhamos certeza de que André era a nossa referência. Relemos as instruções do Sevá e lá constava o nome do seu Vivi. Enquanto caminhávamos em direção à casa dele, Luis escreveu mensagem pra Janaína, filha do Sevá - que respondeu antes de chamarmos pelo seu Vivi. A chave estava com o André. Decidimos voltar para a vizinha que fazia faxina. Em seguida, a moça nos apontou o André.

- Seu Vivi acaba de me contar que ele tava na frente da casa dele quando apareceu um casal andando na rua que parou, falou o meu nome e voltou. Daí eu achei que era o casal amigo do Sevá e vim trazer a chave pra vocês.
Na casa tinha fruta-pão, fruta do conde docinha, manga de vez, limões pequenos e cheirosos, acerolas em flor e romãs. A praia de Lucena tem duas pontas: numa desemboca um rio, na outra as marés se encontram.

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