quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A caminho de Lucena

Paulo nos levou de carro até Vitória no meio da madrugada. Embarcamos rumo a João Pessoa com escala no Rio de Janeiro e chegamos de manhã cedinho na Paraíba. Nossa mala estava no topo do carrinho de malas que iam pra esteira, eu vi. No saguão, uma voz insistia em recomendar que conferíssemos os nomes nas etiquetas das malas para evitar trocas. E não vimos mais a nossa mala na esteira e acabou sobrando uma mala grande, vinho com dois bolsos na frente, parecida com a nossa. Conversamos com a atendente da companhia, que contactou a pessoa indicada na etiqueta da mala que era parecida com a nossa. A mulher já estava na rodoviária e voltaria para desfazer a troca. A espera foi longa e o medo de sobrarmos com uma mala cheia de roupa de criança foi grande. Mas deu tudo certo.
Do aeroporto pegamos um táxi que nos deixou na Hertz (onde tínhamos reservado um carro) da Epitácio Pessoa. Estranhamos que não havia nenhum carro ali, mas seguimos até a porta de vidro fumê da cabine. Um segurança nos disse que aquele lugar tinha sido vendido um mês atrás e que agora a locadora de carros ficava na beira da praia. Ligou lá, informou nossos nomes e nos disse que viriam nos buscar. Outra espera longa. Mas ele veio, encheu o tanque e nos levou na nova agência (minúscula) na beira da praia.

Depois do almoço às 14:30 (o que parecia ser perfeitamente normal em João Pessoa, porque um monte de gente nova-classe-média chegou para almoçar depois de nós), seguimos para Cabedelo, onde pegamos a balsa para Costinha - que atravessamos - e chegamos em Lucena.

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