A fumaça é tanta, que o céu fica branco e não se enxerga muito longe.
De noite, a lua fica vermelha por causa da fumaça e em dias de faxina eu percebo quanta poeira ventou pra dentro de casa nesses dias secos.
A fumaça é tanta, que o céu fica branco e não se enxerga muito longe.
De noite, a lua fica vermelha por causa da fumaça e em dias de faxina eu percebo quanta poeira ventou pra dentro de casa nesses dias secos.
Hoje foi dia de eleição (consulta à comunidade acadêmica) a reitor na UNIR. Entre 9h e 21h todos puderam votar pelo sistema de eleição (SIE); e nos minutos seguintes às 21h, a DTI extraiu os resultados - já com os pesos de 70 (docentes),15 (técnicos) e 15 (estudantes).
Entre os discentes, Marcele se destacou: a diferença com o segundo colocado é de mil votos. Ferrari e Santini tiveram muito poucos votos de estudantes.
Entre os docentes, a disputa ficou claramente entre Marcele e Vergotti, sendo que Marcele teve vantagem pequena sobre o ex-vice.
Já entre os técnicos, Vergotti teve vantagem (de 9 votos) sobre Marcele.
Como resultado final, as porcentagens são:
Marcele - 48
Vergotti - 31
Delson - 12
Ferrari - 04
Santini - 03
Brancos - 01
Próxima etapa: garantir que o nome de Marcele faça parte da lista tríplice (elaborada pelo CONSUN). Etapa seguinte: assegurar que Marcele seja empossada!
Não me perguntem o que é reitoro...
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| exclamação e interrogação |
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| aspas |
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| period |
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| Punkt |
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| emoticon com mais de 2 sinais |
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| interrogação: a dúvida |
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| alínea |
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| aspas |
| O painel é de Karin Rosenbaum (quando ela era Kleppa e eu ainda não tinha nascido) e está no Jardim de Infância na Casa da Juventude em Gramado/RS |
Com efeito, percebe-se que a técnica desumanizou-o, fazendo-o agir como máquina, porém como uma máquina em disfunção e inferior, que busca incessantemente pela peça metálica perfeita, como que para consertar o que ele sente que está errado e preencher o seu vazio. (Yamakawa, 2019)In der Strafkolonie de Kafka foi uma leitura surpreendente em si mesma - e me mostrou pontos de aproximação com Gonçalo Tavares, especialmente A máquina de Joseph Walser. O viajante (cujo ponto de vista é adotado no conto), indiferente no início, acompanha uma execução na colônia penal. Quando o oficial (que se esmera ao descrever a máquina que executa os condenados) explica que o condenado não conhece sua sentença e não pode se defender, o viajante é fisgado pela máquina e pelo fascínio que ela exerce sobre o oficial. Com agulhas, a máquina inscreve no corpo do condenado o mandamento que ele infringiu. O suplício dura 12 horas e exatamente no meio do processo, na sexta hora, o condenado é capaz de decifrar as palavras que a máquina escreve. Toda a conversa se dá em francês - de modo que nem o condenado nem o soldado que os acompanham compreendem o funcionamento e propósito da máquina. Enquanto instalam o condenado na máquina, o oficial confere ao viajante, muito reconhecido pelo alto comando da colônia penal, a função de auxiliá-lo a defender a continuidade da máquina - que representa o antigo comandante. Desde que um novo comandante assumiu, a máquina deixou de atrair público, deixou de ter suas peças trocadas. O viajante se recusa a interceder e se dá a reviravolta: o comandante liberta o condenado. Salvo engano, essa é a única vez que o comandante se dirige ao condenado: "Du bist frei". O comandante, que acredita na neutralidade, imparcialidade e portanto justiça da máquina, programa a máquina para escrever "seja justo" e se submete a ela. As peças da máquina começam a trincar, cair, a máquina não escreve, mas enfia suas agulhas na carne, matando o oficial. O viajante se dá conta de que isso não é tortura, mas execução (!) e se apressa para tirar o comandante da máquina, mas é tarde demais. Com o último defensor da máquina, morre a própria máquina que matava arbitrariamente.
Aí está a mais clara relação entre as criações de Kafka e de Chaplin: o emprego da máquina como símbolo do poder e da opressão, como instrumento moderno de negação da liberdade humana. Em NA COLÔNIA PENAL, a máquina é uma versão automática do poder político, enquanto em TEMPOS MODERNOS é do poder econômico que se trata. São perturbadoras as semelhanças entre a máquina de execução de Kafka e a máquina alimentadora testada no operário Carlitos na 1a. parte do filme. Em ambas, a vítima, ignorante, inerte, passiva, é simples objeto da ação, conduzida mecanicamente em nome de valores transcendentes: a ordem na colônia e a produtividade na fábrica. (Sundfeld)
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