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| Kit, Felipe, Ferrone e Pedro |
A caminho da estação São Bento, mais próxima do hotel em que eu estava hospedada, parei pra acompanhar o 1. Concurso de Música de Rua. Fiquei mandando fotos e vídeos pro meu irmão, que faz música de rua em Bremen. Achei bem bacana essa competição com júri e voto popular. Todas as apresentações que vi eram bem diferentes: voz e violão, percussão e sopros, rock n'roll autoral, violão de sete cordas, violino e bumbo. O trio do rock me emocionou pelo discurso engajado (não tanto pela música). Gaúchos, os três rapazes convivem com moradores de rua há 5 anos e compõem suas músicas com essa temática. Falaram do investimento da prefeitura anterior de SP (Haddad) em Cultura e no corte desse fomento na gestão atual e repressão à música de rua.
Depois que eu cansei da aglomeração de gente na Bienal, ainda quis ir no Memorial da América Latina, acompanhar um pouco do Anima Mundi, mas calculei mal o tempo pra encontrar o ônibus gratuito, a lotação do metrô, a confusão do Uber que inventou um trajeto de 11 horas da Santa Ifigênia à estação Barra Funda.
Se eu tivesse calculado melhor o tempo, teria tido concurso de música, feira de livros e festival de animação no mesmo dia.


Um comentário:
Nossa! E eu que moro aqui, estou só no escritório-casa e casa-escritório.
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