 |
| Foto: Luis |
 |
| Cruzando o igarapé |
No dia seguinte, me dei conta que tínhamos ido visitar o Damián para, entre outras coisas, recuperar as cunhas que prendem nossa mesa. Seguimos com a mesa meio bamba.
 |
| Agnes e Taurus |
Pedimos
pro Damián nos guiar até a trilha aberta pela SEDAM (?) depois da cheia
do ano passado. Trilha aberta pelo poder público para estudos
topográficos sem pedir permissão aos donos da terra. A trilha corta pelo
meio das terras do Jairo.
 |
| Nosso destino: a trilha aberta ano passado |
Fomos revezando a Agnes. Ora eu carregava, ora Luis, ora ela mesma caminhava. Saiu de lá tão ensopada quanto o Luis. Eu tive menos sorte e fui arranhada por um folha que gruda na pele e se assemelha a bambu e chutei uma palha de tucumã. Os espinhos atravessaram o tecido do tênis e se enfiaram no meu pé. Tirei o último espinho no chuveiro e tive a impressão que a saída doeu mais que a entrada. Jairo já dizia que andar na floresta amazônica não é como fazer trilha em qualquer outro lugar. Aqui tem tucumã.
Nenhum comentário:
Postar um comentário