Esse é o (José Carlos) Azeredo, autor de gramáticas, dicionários e livros sobre ensino de língua.
Esses são Magda Bahia Schlee e Ivo da Costa do Rosário. Conheci ambos no CCO, organizado pelo Ivo (cujo livro editei pela EDUFRO). Gosto muito da clareza e generosidade de ambos. Os objetos que eles estudam mostram didaticamente como os usos da linguagem são muito mais complexos que o nosso discurso sobre a linguagem. O discurso, claro, tem a ver com a postura teórica que adotamos. A postura funcionalista, centrada no uso, é menos categórica que a gramática tradicional e mais gradual. Não se observa caixas separadas, mas contínuos entre categorias.
Na sessão de hoje pela manhã haveria um intervalo entre a primeira mesa e a conferência da professora homenageada que estava atrasada. A coordenadora do evento anunciou ao microfone que ainda teríamos tempo para perguntas, porque, afinal de contas, a professora homenageada ainda não tinha nem chegado. Estava engarrafada. A imagem que veio à minha mente era de uma senhora dentro de uma garrafa - mas eu tenho certeza que ninguém mais pensou isso, porque os cariocas têm por convenção chamar o trânsito parado de engarrafamento.



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