A ideia (que tinha surgido na preparação do Grito dos Excluídos e das Excluídas) de ocupar locais públicos e promover um sarau transcendeu o evento e virou prática desse grupo de pessoas.
Quando chegamos lá, encontramos colegas da UNIR e ficamos conversando. Márcia reparou que tinha poste de luz na ocupação, o que é sinal de que a ocupação é antiga. 7 anos as famílias já estão lá e agora vem a ameaça de despejo. É uma ocupação internacional: o pastor é peruano, tem boliviano, venezuelano e haitiano além dos brasileiros.
Teve música (muito) boa, poemas, oficina de pintura para as crianças, hot dog e suco, depoimentos, contação de história e um show de carimbó protagonizado pelo casal amazônida Thaís e Isaque. A música - que se ouvia de longe - foi trazendo gente, a dança segurou o povo lá e agora o próximo evento cultural será o 12 de outubro.




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