Na segunda-feira, dia 16, a UNIR anunciou a suspensão das aulas a partir da semana seguinte, dia 23 (a 12 de abril). Houve protestos, porque muita gente entendeu que a suspensão das aulas presenciais deveria ser imediata, não dali a uma semana. Circulou logo um abaixo-assinado em que se argumentava que muitas salas contam com 50 alunos e é impossível dar aula sem ar condicionado ligado, porque a ventilação das salas é péssima. Muita gente respirando o mesmo ar pode fazer o vírus andar. As ondas de medo e prevenção chegaram.
Na terça-feira, dia 17, o Governo do Estado de Rondônia publicou um decreto que obrigava as escolas particulares e da rede a suspenderem suas atividades presenciais por 15 dias (prorrogáveis por igual período, conforme a necessidade). Agnes não foi na escolinha nem no balé. Em virtude da suspensão das aulas nas escolas, a UNIR, apesar de ser uma autarquia e ter autonomia, precisou rever a data da suspensão das aulas, porque universidade e escola estão interligadas em vários aspectos.
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| Agnes brincando de cobra come coronavírus |
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| Agnes desenhando vírus (amarelo), bactérias (verde) e anticorpos (azul) |
É um tempo de aprendizados sociais e individuais.



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