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| Jairo veio pelo rio, navegou um pouco pelo esgoto do Nacional e veio nos buscar |
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| Saímos aqui, perto da ponte |
As águas do Madeira já estão baixando, mas ainda se vê a marca marrom do mês anterior, em que a cota chegou a 17m. A estrada da beira que vai margeando o Madeira está caída em alguns trechos e completamente abandonada à floresta em outros.
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| Estrada abandona |
A nova estrada, que entra pelo KM 4,5 da BR 319 está bem encharcada, e como a casa do Jairo fica na estrada da beira, e tem vários pontos com muita água pra atravessar, não tinha como chegar de carro. Por isso Jairo nos buscou de barco.
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| Estrada da beira |
No sítio tinha os membros da Arirambas, as galinhas, o coelho, os cachorros, o hamster, os passarinhos, os mosquitos, as flores, as árvores etc. Não tirei fotos de todos, apenas de um gafanhoto que não teve medo da câmera.
Nem todos ficaram pro churrasco, infelizmente. Luis cuidou da carne, Jairo desenterrou, descascou e cozinhou macaxeira amarela.
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| O churrasqueiro |
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| Luis na cozinha |
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| Jairo do lado de fora, descascando macaxeira recém-colhida |
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| A casa do Damián |
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| Damián |
Antes de ir embora, fomos (de barco, porque pela estrada teríamos que passar por uma poça com água podre, em que provavelmente morreram animais) ver a casa do Damián. Devagarzinho a casa vai tomando forma.
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| Jairo e Luis |
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