quarta-feira, 15 de setembro de 2021

sábado, 11 de setembro de 2021

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Revisão completa

Estávamos chegando aos 80 mil km, eu estava com dificuldades esporádicas de engatar a terceira marcha, o rádio não funcionava e pedia um código que não sabíamos qual era, pequenos consertos se faziam necessários. Marcamos uma revisão na concessionária: a revisão de 80 mil, que é específica por causa da correia dentada e outras coisas. Fui na locadora de carros e aluguei um carro por 5 dias, calculando que a revisão se estenderia de quinta a segunda.

No dia da revisão, o carro não ligou. Tive que acionar o seguro que (depois de uma hora de espera) mandou um cara que deu uma carga na bateria, que fez o carro funcionar. O homem pediu pra eu deixar o carro ligado por uns 15 minutos. Quando quis sair com o carro, botei a ré - e o carro morreu. Não ligou mais. O mesmo cara do seguro voltou (depois de uma hora de espera) e guinchou o carro. Desconfiamos que o rádio, que não desligava e pedia código, estava consumindo a energia da bateria.

Eu fui com o carro alugado, ele de guincho. Na concessionária, me deram 3 opções de revisão completa. Entendi que quanto mais completa a revisão, maior era o investimento no ar condicionado - que no nosso carro nunca foi lá essas coisas. Escolhi a revisão mais completa, ganhei um descontão e fiz uma lista de outros "reclames": o parachoque estava meio solto, a janela atrás do motorista estava travada, dois encaixes do cinto de segurança não funcionavam, e ocasionalmente acendia uma luz de alerta que deixava o carro fraco. Tudo foi anotado, foi prometido contato constante.

Enquanto isso, Agnes se animava com o carro emprestado: tem cheiro de novo. Quando expliquei a ela que poderíamos viajar com o nosso carro quando estivesse pronto, ela ficou triste: ela tinha gostado tanto do carro emprestado...

Só que a única comunicação que recebi da concessionária era que a bateria estava totalmente descarregada e que precisava trocar e custava tanto. Autorizei a troca, mesmo porque sem bateria, nada funciona. Luis e eu fomos de carro alugado pra concessionária, buscar o nosso. O mecânico mostrou todos os filtros e óleos e produtos que aplicou/trocou. Depois mostraram um orçamento. Demoramos a entender o que era aquilo: o valor era maior que a revisão completa e quase todos os itens vinham acompanhados de asterisco, o que significava que não tinham a peça em estoque. Em miúdos: fizeram a revisão completa, que é o pacote fechado deles, mas não consertaram nada do que pedimos - porque não tinham as peças. Se tivesse que pedir na montadora, podia demorar 20 dias úteis pra chegar. Concessionária que não tem peça... pode, isso?

Contrariados, pegamos nosso carro e devolvemos o carro emprestado. Dois dias depois, quando eu ia levar Agnes pra escola, a luz de alerta acendeu.

Luis ligou na Renault e perguntou que droga de "revisão completa" é essa que não revisa os problemas que tínhamos apontado. O mecânico veio aqui, levou o carro e se puseram a encomendar o módulo eletrônico (corpo de borboleta) e as bobinas. Como é concessionária, eles não podem comprar essas peças em qualquer loja de peças: tem que ser peça original.

Alugamos carro mais uma vez, mas vimos que o prejuízo seria grande se esperássemos essas peças chegarem. Ficamos pensando em quem poderia emprestar o carro pra nós e chegamos na Heloisa, que não está em Porto Velho (mas deixou o carro aqui). Na primeira semana, tive grandes dificuldades de acertar as marchas: a ré, primeira e terceira eram mais ou menos no mesmo lugar. A segunda entrava se vinha da primeira, mas se eu reduzia, não encontrava o lugar da segunda. Aconteceu de eu quase parar em lombadas, procurando a segunda. Sorte que não vinha ninguém atrás... A janela do passageiro abria e fechava aleatoriamente, o carro produzia sons esquisitos e parecia mais pesado que o nosso.

Ontem pegamos o nosso carro de volta. 21 dias o carro ficou lá. Passar pela experiência de dirigir outros 3 carros me faz pensar que o nosso é o melhor carro - ainda mais agora, que está quase completamente consertado e revisado.

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Mesmo nome

Eu tinha levado duas caixas contendo livros para o malote interno da universidade redistribuir para os campi do interior. A diretora da seção me ligou dizendo que não podia mandar caixas, que tudo que vai pelo malote precisa estar em envelopes.

Agnes foi comigo no campus. Com uma sacola de envelopes embaixo do braço e gatos no encalço, fomos no protocolo. O rapaz lá disse que uma caixa, menorzinha, tava no jeito. Desfiz a outra caixa e fui tentando colocar os livros nos envelopes. Ele percebeu que eu gastaria muitos envelopes e sugeriu que eu dividisse os 40 livros em dois grandes blocos e embalasse cada bloco. Como eu tinha papel kraft na EDUFRO, avisei que ia lá, buscar o papel.

Agnes, eu e os gatos fomos até a biblioteca. No caminho, ela perguntou: 

- Pra onde a gente vai?

- Na editora, buscar papel.

- Quem é a editora? 

- Sou eu.

- A gente vai até você mesma????

- Não, é o mesmo nome: a editora é um lugar, mas também é uma pessoa.

A Biblioteca Central (dentro da qual fica localizada a editora) estava fechada. Eu tenho a chave da EDUFRO, mas não da Biblioteca. Voltamos. Antes de chegar no protocolo, cruzamos com o Luã.

- Oh, Luã, cê tá na Biblioteca?

- Sim, professora. Tá precisando ir na EDUFRO?

- Estou, sim. Pode abrir pra nós?

 

- Mamãe, mamãe, mamãe!!!! Como você chamou esse moço?

- Luã.

- E o seu nome, mamãe, não é Luan também?

- O meu nome também é Lou-Ann.

- Como pode, o mesmo nome pra homem e pra mulher?

- Os nomes são escritos de jeitos diferentes.

- Ah, tá...

domingo, 5 de setembro de 2021

Depois de agosto

 

Quando vamos no Damián e Agnes não quer acompanhar a conversa, ela vai no coqueiro, tira umas fibras e monta um "oninho". Desse daí vão nascer mangas!
O brejo secou, o rio baixou, as folhas estão caindo. Pra Agnes, folha seca vira cocar.
Café. Damián plantou. Tem um cheiro surpreendente de jasmin.
Buritis.
O ipê da casa do Preto está um espetáculo. Parece que as flores emanam um brilho próprio.
Flor de sapucaia. A sapucaia perdeu todas as folhas durante a seca, desenvolveu novas antes da chuva e, agora que choveu, deixou cair suas flores.
Luis pegou a enxada e começou a cavar um caminho no brejo seco. A ideia era guiar a água quando voltasse a encher. Logo topou com essa rã embaixo da terra esperando a próxima chuva.
Os pés de cupuaçu estão com flor.

domingo, 29 de agosto de 2021

terça-feira, 24 de agosto de 2021

Seca, poeira e fumaça

Temos a impressão de que este ano a fumaça está pior que no ano passado. O mundo acorda branco, o sol da alvorada é um disco tão vermelho como o sol que se põe. E a lua parece o sol.

Fomos para o sítio por trás, passando pelas fundiárias do Jairo e do pai do Preto. Na divisa da terra do Jairo, bem onde passa a cerca, a vizinha do Jairo queimou tudo e passou trator. Encontramos várias macaxeiras trituradas no caminho. O problema é que o fogo não parou na cerca do Jairo. E apagar fogo só com facão não deu muito certo.
Na ida, pela estrada de trás, vimos uma cotia atravessando a estrada. Na volta, pela estrada da beira, vimos um esquilo atravessando a estrada. Nunca antes vi tantos animais desalojados e perdidos.

Cadê os 3 prédios + hotel?

domingo, 22 de agosto de 2021

Filme de barata

 

Agnes e Luis no almoço:

- Estão queimando toda a Amazônia.

- Não vai sobrar nada, papai, só as baratas.

- Terrível, né?

- Daí só vai ter filme de barata!!!

sábado, 21 de agosto de 2021

sábado, 7 de agosto de 2021

Agnes documentando

 

Todas as fotos foram feitas pela pequena Agnes.




Lou-Ann Kleppa

Cacau-rana em flor

 



quinta-feira, 5 de agosto de 2021

Segunda dose

Como já relatei antes, não tive, como os meus colegas, reações à vacina nas 12 horas depois da primeira dose, nem mesmo dor no braço. Eu tive cólicas muito fortes 3 dias depois da vacina e no dia seguinte eu menstruei. 

Sangrei por 32 dias. Nas duas primeiras semanas, tive a impressão de serem dois ciclos emendados - só mais intensos que o normal. Na terceira semana, comecei a tomar a pílula. Em seguida, consegui agendar ginecologista que me receitou um medicamento que deveria estancar hemorragias, mas não fez diferença. Pediu ultrassom. Como eu ainda sangrava (pouco), a pessoa que fez o ultrassom ficou em dúvida se estava diante de cistos, adenomiose ou outra coisa. O laudo do ultrassom recomendava uma ressonância magnética. A ginecologista pediu que eu agendasse a tal ressonância e receitou outro remédio que de fato estancou o sangue. Ela mesma me preparou para o procedimento de esvaziamento intestinal que eu teria que atravessar: laxantes e Luftal em doses cavalares na véspera e jejum no dia. 

A moça que me deu roupas hospitalares, instalou o acesso na minha veia e me preparou para o exame da ressonância magnética não me disse quanto tempo eu ficaria naquele tubo apertado. Ela colocou fones no meu ouvido e avisou que eu ouviria uma voz que me daria instruções, mas não disse que a máquina produziria tantos sons torturantes. Os sons de máquina não tinham o tempo dos segundos, nem o tempo do coração. Apesar de regulares, me pareciam alienígenas. Lembrei da Agnes que saiu da tomografia dormindo (quando convulsionou), mas apesar da fraqueza, a máquina não me deixava descansar. Eu revelaria qualquer segredo se, em troca, a máquina parasse. Aí veio a voz nos fones de ouvido. Eu ouvi a pessoa falando nos fones - e também na sala ao lado. Por que a pessoa gritava no meu fone? Em seguida, uma voz gravada dava instruções sobre parar de respirar. Essa voz veio tão plosiva, tão de repente, que me contraí toda de susto. Não consegui parar de respirar no tempo certo, nem pelo período de tempo exigido. PARE DE RESPIRAR! tu tu tu tu tu tor tu ra.

Pela internet, tive acesso ao laudo. O laudo dizia que não havia nada anormal. Fui buscar as imagens e depois Agnes e eu ficamos olhando aquelas formas, tentando entender de que se tratava. Aqui seria a nossa cauda, aqui estão os ovários. 

A ginecologista se surpreendeu com a ausência de indícios que explicassem o sangramento de 32 dias. Deve ter sido a vacina. Expliquei que já podia tomar a segunda dose e que eu tinha medo de tudo voltar de novo. Se voltar a sangrar, você volta aqui. Receitou outra pílula pra regular o ciclo. Falei das gestantes que não tomaram Astrazeneca justamente por causa da coagulação sanguínea, mas ela não achou boa ideia mudar de vacina na segunda dose. Então eu comprei um monte de Modess, juntei minha coragem e fui lá, tomar a segunda dose.

sábado, 31 de julho de 2021

Princesa?

Agnes está participando das atividades recreativas de uma casa de brincadeiras. Como ali ela é livre pra brincar, correr e interagir com outras crianças (e não é obrigada a sentar, escutar, escrever e obedecer), ela se destaca bastante. Hoje fui levá-la numa oficina de Lego e a Gabi, idealizadora do Maternar e Brincar, me deu um retorno de como foi a Colônia de Férias. 

Gabi contou de um momento em que montaram um castelo lindo e maravilhoso e que, quando perguntaram pra Agnes que função ela assumiria no castelo (esperando que ela dissesse que seria a princesa), a menina respondeu que seria a caçadora de sapos que ficam em volta do castelo. 

Criativa, autônoma, "fora da caixinha", ímã para as outras crianças, Agnes ultrapassava as expectativas das monitoras.

domingo, 25 de julho de 2021

Boca do Maravilha

Normalmente tem muita gente pescando na boca do Maravilha. Hoje de manhã não tinha ninguém. Descemos do carro pra conhecer o lugar.

Barranco rachando em camadas: a várzea do Madeira é terra movida pelo rio.
Na árvore, a marca da última cheia. Agnes andaria em baixo da água - e ela tem pouco mais de um metro de altura.


A manilha que liga o lado de lá da estrada da beira ao lado de cá.


Trilha com Agnes.
O Madeira está baixando.

Devir

 

Fluxo permanente, ciclo, constante transformar-se.

Vir a ser, por vir.
Movimento que dissolve, cria e transforma.
Em tempos de seca, preparação para os tempos de chuva.

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Judô para meninas

Liguei na academia de judô perguntando sobre horários e se o grupo era só de meninos. A pessoa que me atendeu disse que "hoje em dia não tem mais isso não, é tudo mesclado, tem meninas fazendo judô, sim." Em seguida, ele me perguntou por que eu queria levar a minha filha de 5 anos pra fazer judô. Pra ela aprender a cair, respondi. "Aprender a cair, e depois levantar!" ele completou.

Fomos lá, Agnes e eu, para uma aula-teste. Agnes não era a única novata e havia duas outras meninas além dela (contra uns 10 meninos). Todos os pais e mães assistiam à aula (aqueles que conseguiam não olhar para o celular. O próprio sensei olhava o celular de vez em quando). Notei que o sensei tinha consciência de que era ouvido pelos pais quando reparei nas concordâncias sibilantes e no esforço de falar de acordo com o padrão culto. O sensei impunha respeito gritando e anunciando avanços individuais. A competitividade estava posta nos troféus, nos golpes, na conduta. Nem o sensei nem as crianças usavam máscara, adultos treinavam judô ao lado, os pais faziam torcida pelos filhos: "pega ele!"

Luis recebeu da Paula (carateca) uma indicação de um instrutor que dava aula de judô como atividade extracurricular num colégio. Aproveitamos pra conhecer o colégio, já que Agnes ainda não está matriculada em escola alguma.

Os alunos de judô foram entrando na sala aos poucos. Todos usavam máscara, inclusive o instrutor, que era chamado de "tio". O ar condicionado não foi ligado e os pais (menos nós - só tinha 2 cadeiras) ficaram do lado de fora, vendo a aula pela porta aberta. Todos os alunos exceto Agnes eram meninos e estavam matriculados no colégio. Alguns meninos eram bem levados (cada um à sua maneira).

O instrutor fazia os exercícios junto, conversava (com autoridade e razão) ao invés de gritar, dialogava com todos e tinha muita paciência. Não ensinou golpes, mas a incorporar estratégias: deu essa bola de rugby para um menino proteger. O menino deitou em cima. Como tirar a bola? Virando o menino, como se fosse uma tartaruga! Pra criança, perceber que o outro pode ser movido é um enorme passo. Em vez de prometer faixas, macarrão, medalhas e sucesso olímpico, o instrutor observava e comentava questões de ordem com as crianças, questões corporais com os pais. 

Não é nessa escola que Agnes vai passar as tardes, mas é lá que vai fazer judô.

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Entre escolas

Agnes vinha reclamando da escolinha porque só tinha atividade pra fazer sentado, não podia sair, correr, brincar. Até aula de atividade física era dentro da sala de aula. Da prisão de casa, ela ia pra prisão da sala de aula. A escola vinha reclamando do comportamento da Agnes que era muito agitada e liderava a turminha na bagunça. Nós estávamos sentindo a insubordinação dela: não obedecia, respondia, fazia que não escutava, se perdia.

Aproveitamos o recesso escolar para testar outras escolas, mas em sua colônia de férias. O que tinha disponível era a escola de elite da cidade. No primeiro dia, voltou deslumbrada: tinha visto um filme. Então eles deixam a TV ligada? Não, era CINEMA! Tinha ganhado balas, tinha achado tudo ótimo. No segundo dia, reparei que todas as crianças saíam da escola segurando alguma coisa na mão. Agnes nem falou muito do peixe que a tia fez, mas disse que ela tinha sido escolhida pra ser o tubarão e não gostou disso. Fiquei tentando imaginar a situação de ser escolhida por último pra composição de um time. No terceiro dia, reparei o trânsito que todos aqueles SUVs fazem num drive thru de dois lugares. Todos querem estacionar no drive thru, muitas picapes param em fila dupla, eu mesma não consegui sair da vaga de estacionamento porque tinha um carro enorme (vidros escuros, óbvio, não dá nem pra saber se tem alguém dentro) parado na rua. Pais e mães mergulhados no celular se plantam na porta e quando chega a criança que lhes pertence, é uma gritaria: meu amor! Que lindo!

Reparei que Agnes não comia o lanche que eu mandava. Perguntei por que e ela respondeu que as outras crianças têm um lanche que vem na sacola. Lá vai eu encomendar lanche gourmet na sacola, porque afinal de contas, comer junto é uma forma de socialização. Ontem perguntamos pra Agnes se as crianças falavam inglês com ela. A resposta foi triste: ninguém fala comigo. 

Taí. Método pedagógico excelente ... mensalidade em dólar ... sociabilidade complicada.

quarta-feira, 7 de julho de 2021

68º GEL - dessa vez online

 

Congresso sempre é uma maratona de apresentações e diálogos, perguntas e contribuições. Hoje aconteceu muita coisa: mesa redonda sobre a edição crítica de livro do Mattoso (muito bacana ver e ouvir sobre esse projeto); simpósio da minha ex-orientadora (mas pra sempre no coração), Rosana, sobre o GELEP (Grupo de estudos da linguagem no envelhecimento e patologias) e suas atividades; e minha de apresentação de trabalho sobre sinais de pontuação numa sessão de gramática funcional.


sábado, 3 de julho de 2021

Manifestão 03JL

As pessoas tiveram que olhar pra baixo pra verificar de onde vinham os gritos "Fora Bolsonaro" de voz fina. E ela gritava, caminhava e mostrava o cartaz que ela tinha feito de manhã.

O nome (manifestação) ainda não sai inteiro e mais lembra uma grande festa (festão), mas pra ela, esse é o espírito. Ela revê uma galera, é cumprimentada e parabenizada por um monte de gente e se sente acolhida. A manifestação de hoje foi beeem mais expressiva em PVH que no dia 19. As pessoas na rua não revidavam: faziam muxoxos, balançavam a cabeça.

Em Porto Velho, a LCP e o PT (e MAB) são - cada qual demarcando seus espaços - quem convoca e organiza as passeatas com carro de som, palavras de ordem, trajeto, faixas, cordão, corking, ou seja: dominam a tecnologia de manifestação. Poucos são os não filiados que aderem espontaneamente à manifestação, cujo mote acaba deixando de ser "Fora Bolsonaro" pra ser o que a pessoa no microfone diz que é.
Quando Agnes chegou com seu cartaz, atraiu todas as lentes disponíveis. Avisei que ela vai ficar conhecida. Ela logo vibrou: vou ficar famosa!
Família manifestante.