De trás pra frente, a semana passada encerrou com um evento na Funai sobre memória dos indigenistas mortos: Maxciel Pereira dos Santos (Vale do Javari), Rieli Franciscato (Uru Eu Wau Wau), Bruno Pereira (Vale do Javari) e Adonias Jaboti (Vale do Guaporé) e outros que Beto Marubo enumerou com a ajuda dos mais velhos (lembra, Sydney?). Estavam na plateia Wellington Figueiredo e Sydney Possuelo, formuladores da política de não-contato adotada pela FUNAI a partir de 1987.
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| Wellington Figueiredo no microfone |
Agnes (que não tem contraturno de sexta-feira) me acompanhou nesse evento e em outro, no MPI, em que recebemos os certificados de conclusão de curso (3 meses!) sobre parcerias MROSC. O grupo de pessoas ligadas à mesma secretaria (no meu caso, a SEDAT), teve como tarefa trabalhar cenários e possibilidades de um estudo de caso (fictício) envolvendo vigilância territorial.
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| Grupo 1 (SEDAT) com professora no meio |

E ao longo de três dias estive na Escola Superior do Ministério Público da União - com pessoas que reencontrei nos outros eventos - para um curso sobre populações indígenas de recente contato e isolados. O curso foi iniciativa do Daniel Dalberto do MPU, mas eu percebi (pelos suspiros e olhares pisados) que ele aprendeu mais que nós.
Tivemos aulas com Carla Rodrigues sobre saúde Yanomami e o alcance dos braços da SESAI; com Janete (DPT/Funai) sobre a história da Funai e as demarcações de terras indígenas; com Dominique Gallois (Iepé) sobre políticas públicas para povos de recente contato, especificamente Waijampi e Zoé; com Daniel Cangussu (FPE Madeira) sobre vestígios de povos isolados Tupi; e com Awamirim Tupinambá (CGIIRC/Funai) sobre o reconhecimento que a Funai deve aos (mateiros) colaboradores indígenas nas Frentes de Proteção Etnoambiental.





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