Primeiro, a preparação. Passei boa parte do domingo na função, com ajuda da Agnes. Ela traçou linhas, organizou as cartolinas coloridas por tamanho e deixou algumas marcas em alguns lugares secretos.
Combinamos que a cada um dos 4 tipos de sintagma corresponderia uma cor de cartolina. Sintagmas verbais seriam escritos em cartolina amarela e assim adiante.
Os sinais de pontuação vieram em pregadores de roupa. Distribuí a quantidade de finalizadores (ponto, exclamação, interrogação e reticências) de acordo com o número de frases e dei uns outros sinais de bônus. Quando acabou a aula, reparei que o travessão, ponto e vírgula e dois pontos não tiveram espaço no varal. É, faz sentido: eles não cabem bem em períodos simples.
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| A fotógrafa não pegou o sinal de interrogação... |
Passamos muito tempo envolvidos na tarefa - e o que mais custou neurônios foi a conversão das árvores em frases linearmente ordenadas. No entanto, na vida real, essa tarefa de converter uma estrutura hierárquica em uma linha de palavras é mental e "automática".
O varal de frases exposto na sala não é decorativo, mas resultado de um aprendizado.







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