segunda-feira, 29 de junho de 2015

Domingo na floresta

A ideia para o domingo era juntar um monte de gente e visitar a Reserva do Arirambas, do outro lado do rio. Luis fez um convite com mapa, indicando hora e local do encontro para atravessar a ponte. A mãe do Jairo já estava conosco no carro, o peixe já estava providenciado e, pontualmente no horário combinado, apareceu a Betânia. Depois, quando terminamos de comer o peixe, apareceu o Weder com a sobremesa.
Pra não dormir depois do almoço, empreendemos um passeio na floresta (esperamos o Weder almoçar primeiro, claro). Tudo pronto, resolvemos nos embrenhar na paisagem verde. Toca o telefone. Era Narcísio, o botânico. Chamei pra expedição, ele explicou: hoje é domingo, dia de descanso, passei a semana inteira em campo.
E lá fomos os seis, no ritmo da mãe do Jairo segurando sua sacolinha (ela queria coletar tucumã). Syrius, o cachorro, também foi junto, mas num passo diferente do nosso.
Jairo foi chamando atenção para as diferenças no solo e na vegetação, foi mostrando as árvores e madeiras, abrindo por vezes a trilha no facão e ajudando a atravessar os igarapés.
Tinha muitas (tipo assim: muitas!) borboletas pequenas e brancas voando pela mata. Betânia disse que algumas espécies de borboletas servem como bioindicador de presença humana no território. Achei curioso. Um louva-deus-pau pousou no braço da Betânia. Fiquei com medo de ele não tolerar a aproximação que a minha câmera requer, por isso não ficou tão nítida a imagem.
Nesta última foto não aparecem os peixes que eu vi nadando na água. Mas eu vi.

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