Era o que diziam e eu duvidava. Estávamos há dois dias baixando arquivos de um filme em DCP (que só roda no projetor de cinema) e não sabíamos onde estava o erro: se no arquivo original que estava no drive, se no processo de download, porque a internet não era sólida, se na mídia usada pra transportar os arquivos baixados de um computador no ministério para o computador do Cine Brasília ou se era outra coisa.
Não consegui acompanhar o desfecho depois que uma internet de 20mbps foi instalada no Cine Brasília para baixar os arquivos diretamente para o computador ligado à projeção, mas isso não quer dizer que o técnico não tenha continuado a tentar conseguir e testar o filme que seria exibido na Jornada Bruno e Dom.
Tive que buscar os músicos no hotel, levar para o Memorial dos Povos Indígenas, esperar o pessoal da sonorização, o pessoal das cadeiras e negociar com indígenas que queriam vender artesanato no evento.
Minhas fotos (especialmente as noturnas) são péssimas, eu sei. Pra dar a dimensão do público, coloco um video que o pessoal da organização fez.
No Memorial, as 100 cadeiras não foram suficientes para o público, o coffee break foi anunciado e servido durante as falas das autoridades e Djuena Tikuna cantou duas músicas porque já estava tarde e todos estavam cansados, mas felizes.








