O livro que estou lendo agora carrega o seguinte título: Mais rápido que a velocidade da luz. É de um físico que acredita que a única certeza de Einstein, de que a velocidade da luz é constante no vácuo, é uma falácia. João Magueijo tenta convencer o leitor de que a luz teve velocidade variável no momento de big-bang: muito superior aos 300.000km/seg. observados hoje.O livro que o Renato me trouxe chama-se Slow Man. Depois dessa velocidade estonteante da luz, talvez seja meu próximo livro. Trata de um homem que perdeu uma perna num acidente e se recusa a usar uma prótese. A vida desse homem desacelera abruptamente.
O resultado do concurso de Londrina deveria ter saído na sexta passada. Esperei que saísse depois do feriado, na quarta. Apesar de ter melhores razões pra acreditar que a vaga pra professor de Língua Portuguesa e Lingüística Geral não é minha, estou muito agoniada com a passagem lenta do tempo, que protela a divulgação do resultado.







Instalaram um tobogã no prédio da Bienal, que fez o mó sucesso. Não sei se é arte, mas é interação e está de acordo com a proposta deste ano: contato.
Esta Bienal só tem arte no terceiro andar. Restrições financeiras. As obras expostas são de 3 tipos: vídeos, palavras e madeira. Vídeos eu não fotografei. Madeira tá aqui:

A palavra tá aqui:













