sábado, 10 de setembro de 2016

Oficina na Reserva Arirambas

Biojoias em diferentes estágios
Começou hoje uma série de oficinas na Reserva Arirambas. São quatro sábados e um domingo em torno de biojoias e formas de resistência aos grandes projetos implantados aqui (refiro-me às usinas e à ponte da 319).
Fomos recepcionados com café da manhã

Pescador do mar e ribeirinho
Do Rio de Janeiro veio um pescador da Baía de Sepetiba, atingido pela siderúrgica TKCSA para dar seu depoimento. Os paralelos foram muitos.
Nosso almoço
Depois de uma roda de conversa com os moradores mais antigos da comunidade sobre como era o Maravilha antes das usinas e da ponte (e da própria estrada da beira) teve peixe assado, moquiado e de caldeirada.
A casa do Jairo
O tempo está quente e seco, com cheiro forte de fumaça. Agnes suava em bicas, quase não dormiu e tá no terrível pós-vacina rotavírus, que exige que ela seja banhada toda vez que faz cocô e que use fraldas descartáveis (que convidam ao banho, porque vazam que é uma desgraça). Por isso tudo voltamos para o conforto do lar depois do almoço.
Reconheço Narcísio, Flor, Ivo e Miguel

Como ela não vai ser comilona?
Amanhã tem mais, com direito a trilha na mata para reconhecer árvores que dão as sementes usadas para confeccionar biojoias.
Guará na mesa

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