quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Gripe na gravidez

Devo ter pego essa gripe no avião, no ônibus ou em Campinas, onde passamos dois dias na casa do irmão do Luis.

Natal e Ano Novo era a minha última oportunidade de viajar de avião antes dos 7 ou 8 meses, quando as companhias aéreas temem parto prematuro no avião. E a gente queria passar com a família, mostrar a barriga, comemorar a pequena menina que vem em abril.

No primeiro dia em que acordei em Belo Horizonte, na casa das tias do Luis, senti forte dor de garganta e tive febre. Quando informei que estava sentindo os gânglios na altura dos ouvidos, Luis entrou em estado de alerta por causa do Zika virus. Quis me levar ao hospital todos os dias; conseguiu em Gramado, onde o médico diagnosticou sinusite e receitou "antibiótico que grávida pode tomar", mas a bula não transmite essa segurança toda.

Até chegarmos em Gramado, passamos quase uma semana no apartamento das tias em Belo Horizonte. Todos foram pro sítio, inclusive uma das nossas anfitriãs, e nós ficamos no apartamento, olhando o céu nublado. Nariz escorrendo, febre que ia e voltava, muitos espirros, depois tosse. Assim embarcamos na longa viagem até Gramado. No avião, tive muita dor na sobrancelha na hora do pouso e quando assoei o nariz, saiu sangue.

Que férias. Na última vez que estive no Sul Maravilha, em julho, pro GEL, também peguei uma gripe forte. Naquela vez, ela evoluiu devagar e demorou a sarar. Dessa vez, usamos de várias armas: limão com mel, xarope de guaco, extrato de própolis, nebulizador com soro fisiológico, antibiótico e óleo de copaíba nas costas. As fases da gripe estão passando mais rapidamente, mas Luis já está com o nariz escorrendo...


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