terça-feira, 14 de julho de 2015

Boldrini

Rafael e o pai
Madá (minha sogra) vinha a Campinas para acompanhar o Rafael (sobrinho do Luis) por causa de uma cirurgia no braço. Apesar do Rafael já ser maior de idade, diz o lema: uma vez Boldrini, sempre Boldrini. Rafael não tinha paciência para os hospitalhaços e seus presentinhos. Voltei de São Paulo a Campinas para dar uma força para a Madá.

Madá e eu fomos de ônibus até o Boldrini e ficamos mais tempo esperando nos pontos do que viajando dentro dos ônibus. Quando Luis chegou, alugamos um carro - o que facilitou bastante a vida da Madá e do Rafael - que saiu do hospital com muita dor na bacia, de onde parte do osso foi retitrada para ser enxertada no braço.

Dali a duas semanas Rafael tiraria os pontos. Como não valia a pena voltar a Cachoeiro e depois voltar a Campinas, ficaram em Campinas, na casa de Ernesto (irmão do Luis).

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