terça-feira, 7 de julho de 2015

63. Gel

Minha apresentação no GEL (Grupo de Estudos Linguísticos) na sessão de Neurolinguística foi logo no primeiro dia, primeiro horário, de manhã. Aqueles que apresentaram depois de mim falaram sobre assuntos bastante heterogêneos: linguagem no envelhecimento, na afasia, na escola e mutismo (em diversas situações). Num simpósio (modalidade em que apresentei no ano passado), o tema era mais focado: jargonafasia.

Muitas perguntas e sugestões foram feitas sobre o que apresentei: interações fictivas na afasia. Percebo que nunca estou no mainstream do que se faz no IEL. Que eu saiba, sou a única no Brasil que abraçou e explorou até seus limites a Teoria da Adaptação (Kolk e colaboradores) e que eu saiba, sou uma das poucas que está fazendo a ponte entre a Neurolinguística Discursiva e a Linguística Cognitiva.
Além dos 4 (fora eu) que apresentaram, havia no público mais outros 4 orientandos da Rosana. As fotos foram feitas pela fotógrafa do evento e estão no site do Gel.
Pra mim, o Gel é um lugar de reencontro. Ilari, Ataliba, Pablo, Renato, Rosana, os orientandos da Rosana estão sempre no Gel. Elenir não pode ir nesse ano, uma pena. O Gel também proporciona reencontros fora do congresso: ano passado, fiquei na casa de Telmo e Milena; este ano fiquei hospedada na casa do Sales (também conhecido como palhaço Jerônimo), antigo morador da nossa república. Ruy, um dos mais antigos tapioquenses, me reconheceu na rua e colocamos as memórias da Oca da Tapioca em sintonia.

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