sexta-feira, 30 de março de 2012

Na bolha de lata e vidro

Ninno viajou e deixou o seu carro com o Narcísio que viajou e deixou o carro (do Ninno) comigo por um dia e meio. Não andei muito com a carro, mesmo porque (i) me dá agonia de ver o mostrador de combustível indicando sempre menos gasosa no tanque e (ii) tenho que desviar quatro (!!) rodas dos buracos de Porto Velho.
Mas o que mais me chamou atenção dessa vez (até parece que estou relatando uma experiência exótica ao narrar as sensações atrás do volante) foi que eu via mais a minha cara no espelho retrovisor do que a cara dos outros motoristas, escondidos atrás de vidros escurecidos. Assim fica claro que o carro é um grande promotor do individualismo.

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